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quinta-feira, 26 de julho de 2012

EU LI: 21 FOTOS QUE IRÃO RESTAURAR SUA FÉ NA HUMANIDADE




As pessoas nem sempre são terriveis. De vez em quando, podem até cometer alguns atos maravilhosos. Vou mostrar 21 fotos que vão te lembrar disso.


1 – Cristãos em Chicago que apareceram numa marcha do orgulho gay para pedirem desculpas pela homofobia na Igreja.

Da esquerda para direita: "Nos desculpem por como os cristãos julgaram vocês", "Nos desculpem por como os cristãos evitaram vocês", "Me desculpem por como a igreja tratou vocês", "Eu era um homofóbico cego pela bíblica, me desculpem!"
 Da esquerda para direita: “Nos desculpem por como os cristãos julgaram vocês”, “Nos desculpem por como os cristãos evitaram vocês”, “Me desculpem por como a igreja tratou vocês”, “Eu era um homofóbico cego pela bíblica, me desculpem!”


…e a reação dos integrantes da marcha.



2. Essa história sobre senhores idosos japoneses que se voluntariaram para cuidar da crise nuclear em Fukushima para que os jovens não tivessem que se submeter à radiação


Aposentados japoneses são voluntários para lidar com a crise nuclear
Yasuteru Yamada disse que pessoas de todas as faixas etárias são benvindas no grupo.
Um grupo de mais de 200 aposentados japoneses estão se voluntariando para lidar com a crise nuclear em Fukushima
Os Habilidosos Corpos Veteranos, como eles chamam a si mesmos, é composto por engenheiros aposentados e outros profissionais, todos com mais de 60 anos.
Eles dizem que eles devem encarar os perigos da radiação, não os jovens.


3 – Essa foto de 2 noruegueses resgatando uma ovelhinha do oceano.




4. A placa dessa livraria espetacular

 Durante os horários comerciais, os livros na faixada são 50 centavos cada, ou 5 por 2 dólares.
Quando o estabelecimento estiver fechado,  sintam-se livres para pegá-los emprestado ou comprá-los e me pagar depois.
A qualquer hora: Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sinta-se à vontade.
Aceitamos doações.


5. Esse resultado de como Snooki deveria nomear seu filho.

“Eu sinceramente não ligo.”



6. O momento em que essa atleta em Ohio parou para ajudar uma competidora machucada a atravessar a linha de chegada numa “track meet”

Meghan Vogel, 17 anos, ficou em último lugar na corrida de 3200 metros quando ela alcançou a competidora Arden McMath, cujo corpo já não aguentava mais correr. AO invés de ultrapassá-la para não ficar em última, Vogel colocou o braço de McMath nos seus ombros, carregou 30 metros, e então empurrou-a para a linha de chegada antes de atravessá-la.

7. Essa troca de cartas entre uma garota de 3 anos e um shopping center.

Algo como:
Querido Sainsssssssssssssssbbbbbbbbbbbbbbbbbbburyyys
Por que o nome do “pão tigre” é pão tigre?
O nome devia ser “pão girafa”.
Com amor, Lily Robinson idade 3 e meio

Muito obrigado pela sua carta. Eu acho que renomear o pão tigre para pão girafa é uma idéia brilhante – parece muito mais com as pintas de uma girafa do que com as listras de um tigre, não é?
É chamado de pão tigre por que o primeiro padeiro que fez o pão há muuuuuuuuito tempo achou que parecesse listrado como se fosse um tigre. Talvez ele fosse meio bobo.
Realmente gostei de ter lido sua carta, então achei que deveria te mandar um presentinho. Coloquei um vale de 3 euros com essa carta, se você pedir pra sua mamãe ou seu papai te levar para Sainsbury’s você poderia usar para comprar alguns dos seus próprios tiger breads (e talvez se sua mamãe e seu papai deixarem você pode comprar uns doces também!). Por favor, peça a um adulto para esperar 48 horas antes de usar esse cartão.
Fico orgulhoso que você tenha escrito para nós e espero que você goste de gastar seu vale. Te vejo na loja em breve.
Atenção ao “Chris King (27 anos e meio)”
(puta que pariu né? hauhauhauha quando eu for dono da minha empresa quero ser igual ele!)



8. Esse bilhete que foi deixado para um garçom junto de uma nota de 20 dólares por uma senhora anciã no restaurante em que ele trabalhava.

Luke,
A gorgeta que te dei foi por que você me lembra muito meu filho, Deron, que morreu 15 anos atrás.Talvez você pareça um pouco com ele, mas é seu tipo, sua gentileza, sua consciência, seu espírito cortês que fez essa conexão. Obrigado pela lembrança amarga e doce ao mesmo tempo. Que deus te abençoe, querido!



9. Essa excelente placa nesse Subway.

Refeições gratuitas para os moradores de rua todas as sextas, das 3 às 5 da tarde.

10. Essa foto de um camponês carregando gatinhos encalhados para terra seca durante enchentes na Cidade de Cuttack, na Índia.


11. A espetacular placa dessa loja secadora de roupas

Se você está desempregado e precisa de uma roupa limpa para uma entrevista, a gente lava DE GRAÇA
Plaza Cleaners em Portland, OR, ajudou mais de 2000 desepregados que não conseguiam bancar as lavagens a seco. O dono da loja estimou que isso custou cerca de 32 mil dólares para a companhia.

12. Essa fotografia de um homem dando suas sandálias para uma moradora de rua no Rio de Janeiro.




13. Essa foto de um bombeiro administrando oxigênio para um gatinho resgatado num incêncio domiciliar



14. E essa.



15. essa interação entre uma garota da Guatemala e esse turista que ela acabou de conhecer.

This interaction between a Guatemalan girl and a tourist she just met.



16. Esse gesto do vizinho.

This gesture from a neighbor.
Olá Vizinho.
Meu nome é Mohammad, um muçulmano, morando em (riscado).
Estamos fazendo jejum pelo mês do Ramadâ.
Domingo, 7 de agosto às 8 da noite, gostaria convidar você e sua família para quebramos o jejum. Serviremos um jantar.
Por favor me ligue para confirmar, e me diga quantos membros da sua família virão.

17. Essas fotos de duas crianças cooperando para resgatar um cachorro que caiu em um desfiladeiro

These photos of two children collaborating to rescue a dog who had fallen into a ravine.



18. Esse recado na conta de uma jovem família

This note on a young family's check.
Alguém pagou nosso jantar quando éramos pais jovens, o que realmente nos marcou.
O fundamento desse gesto é a boa paternidade.
Continuem fazendo um bom trabalho… o tempo passa muito rápido.
Minha esposa, meu bebê de 1 ano e eu fomos jantar e isso era o que estava escrito na nossa conta.


19. Essa interação entre um protestante e um militar durante um protesto no Brasil.
This exchange between a protester and a soldier during a protest in Brazil.

Durante um protesto no Brasil, um general disse: “Por favor, não lutem, não no meu aniversário…” 
Então um grupo de protestantes fizeram uma surpresa para ele.
Fé na humanidade: restaurada.



20. Essas fotos de um cara pulando em águas agtadas para resgatar um cachorro da raça Shih Tzu de estrangeiros em Melbourne

These pictures of a man jumping into rough waters to rescue a stranger's Shih Tzu in Melbourne.


Sue Drummond estava andando com seu amado Shih Tzu, Bibi, num píer em Melbourne, quando uma forte ventania o levou e o derrubou nas águas agitadas da baía. Um transeuntee, Raden Soemawinata, que por acaso estava no pier aquele dia para  espalhar as cinzas da avó, não perdeu tempo: tirou a roupa e mergulhou na baía para resgatar o animal.



21. E essa foto de 2 melhores amigos num balanço.

And this photograph of two best friends on a swing.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

EU LI: VIDA SEM DOR


Americano conta como é viver sem sentir 

dor; irmão não aguentou
17 de julho de 2012


Steven passou a infância engessado por causa de ferimentos que não sentia. Foto: Arquivo pessoal
Steven passou a infância engessado por causa de ferimentos que não
sentia
Foto: Arquivo pessoal

Steven Pete e seu irmão nasceram com um raro mal genético chamado analgesia congênita. Os dois americanos do Estado de Washington cresceram com o sentido do toque, mas sem jamais terem sentido dor, como Steve explica no depoimento a seguir:
"A primeira vez que ficou claro para meus pais que algo estava errado foi quando eu tinha apenas cinco meses de vida. Comecei a mastigar minha língua à medida que meus dentes nasciam. Meus pais me levaram a um pediatra, onde passei por uma bateria de exames. Primeiro, acenderam um isqueiro na sola do meu pé e esperaram que se formasse uma bolha na pele. Logo que perceberam que eu não reagia, começaram a espetar agulhas nas minhas costas. Como eu novamente não respondi, chegaram à conclusão que eu sofria de analgesia congênita. A essa altura, eu já havia mastigado cerca de um quarto da minha língua".
"Eu e meu irmão crescemos em uma fazenda. Meus pais tentaram ser protetores sem nos sufocar. Mas, quando você vive no campo, e especialmente se você é um menino, você quer ficar fora de casa, explorar e aprontar um pouco. Por isso, no início da minha infância, eu faltei muito à escola por causa de lesões e doenças. Certa vez, acho que num rinque de patinação, quebrei a minha perna, mas não lembro dos detalhes. As pessoas apontavam para mim porque as minhas calças estavam cobertas de sangue da área em que o osso saiu. Depois disso, fui proibido de patinar até que fosse bem mais velho. Com cinco ou seis anos, funcionários do serviço de proteção ao menor me levaram da minha casa, porque alguém denunciou meus pais por agressão. Fiquei sob os cuidados do Estado por cerca de dois meses. E, quando voltei a quebrar a perna, eles finalmente perceberam que meus pais e meu pediatra estavam falando a verdade sobre a minha condição de saúde".
"Vai sentir dor quando eu acabar com você''
"Na escola, muitas crianças perguntavam o que eu tinha. 'Por que você está usando gesso?', eles questionavam. A maior parte do tempo eu estava engessado, até completar 11 ou 12 anos. E frequentemente me envolvia em brigas. Sempre que um menino novo entrava na escola, as crianças tentavam convencê-lo a brigar comigo, como uma espécie de introdução à escola. E me diziam: "Se você não sente dor, vai sentir quando eu acabar com você".
"Hoje, não me considero uma pessoa particularmente imprudente. Acho até que sou mais atento do que a maioria, porque sei que, se eu me machucar, não saberei a gravidade do machucado. Lesões internas são as que mais me amedrontam, especialmente apendicite. Em geral, se tenho qualquer problema estomacal ou febre, vou direto para o hospital só por precaução".
"A última vez que quebrei um osso, a minha mulher percebeu antes que eu. Meu pé estava inchado, com coloração preta e azul. Fui ao médico, passei pelo raio-x e descobri que tinha quebrado dois dedos e que precisaria usar gesso. Eu precisava trabalhar no dia seguinte. E, se estivesse engessado, teria que ficar afastado do trabalho por um bom tempo. Então disse aos médicos que eu podia me cuidar. Voltei para casa, peguei fita isolante, prendi meus dedos, vesti uma bota e fui trabalhar".
"Uma das coisas que terei que enfrentar em breve é o fato de que não terei mais a minha perna esquerda. Já passei por tantas cirurgias no meu joelho esquerdo que chegou num ponto em que os médicos disseram que só me resta esperar que a perna pare de funcionar. Quando isso acontecer, ela terá de ser amputada. Tento não pensar a respeito".
"Tento não deixar que isso me afete. Mas não posso evitar o pensamento de que a analgesia congênita foi uma das razões pelas quais meu irmão decidiu se suicidar. Suas costas estavam ficando cada vez pior. Ele estava quase se formando em uma universidade local, e os médicos disseram que, em um ano ou um ano e meio, ele ficaria preso a uma cadeira de rodas. Ele era uma pessoa que gostava do ar livre - gostava de sair, de pescar e caçar. Mas quando ele tentou receber algum tipo de ajuda financeira por sua debilidade quando ela chegasse, a resposta do juiz foi: "Se você não sente dor, não tem motivo para receber nenhuma assistência".
"O negócio é que, no caso do nosso problema, muitas pessoas que nos veem deduzem que somos saudáveis. Mas elas não têm ideia de que o meu corpo pode parar de funcionar a qualquer momento, que ele está todo machucado. Eu tenho artrite severa nas minhas juntas. Não é dolorido - eu não sinto nenhuma dor -, é apenas um incômodo. Mas às vezes é difícil andar. A sensação é de pressão, como se minhas juntas estivessem latejando. Alguns dias isso me deixa mal-humorado. Isso limita a minha mobilidade. Quanto aos médicos, acho que eles entendem o meu problema. Eles só não entendem o componente humano disso - a psicologia do que pode acontecer quando você cresce sem conseguir experimentar a dor".