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quarta-feira, 20 de junho de 2012

EU LI: Sociedade condenada











"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada"
(Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução comunista russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920).

terça-feira, 19 de junho de 2012

ESCREVENDO: Utilidade Pública












Para aqueles que precisam do nº do CNPJ da empresa AUCAD CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO LTDA, para fins de direito, anotem: 08.805.694/0001-46

terça-feira, 12 de junho de 2012

ESCREVENDO: BEM-AVENTURADOS OS SÓS















(Que console a quem precisa ser consolado.)

Bem-aventurados os sós, cujas vidas são sempre muito melhores que a daqueles que estão mal acompanhados.

Bem-aventurados os sós, que podem dispor de suas vidas sem se indispor com outras vidas.

Bem-aventurados os sós, que podem comer qualquer coisa, inclusive cebola (eca!) e, depois, porque não vão beijar ninguém (essa doeu) não terão de ouvir reclamações do cheiro ou do gosto.

Bem-aventurados os sós, que não terão de se preocupar em comprar presentes no dia dos namorados, economizando, assim, um dinheirinho.

Bem-aventurados os sós, que não terão de ouvir, depois de gastar tempo para descobrir que presente agradaria o amado ou amada, e todo o dinheiro economizado para pagar a conta, um “adorei” amarelo do tipo de quem não gostou.   

Bem-aventurados os sós porque estes, e somente estes, estão disponíveis para ser o socorro bem presente na angústia de seus pares, sós também.

Viu? Você tem tudo para ser feliz e não sabia! rsrsrs
(Paulo Natalino Dian)

domingo, 10 de junho de 2012

EU LI: O mundo não é um bufê de festinha infantil













Nesta altura do campeonato já dá para dizer que todos concordam com a importância de deixar um planeta melhor para os nossos filhos. E que, exatamente por isso, a sustentabilidade é uma questão importante dos nossos tempos. O fato de termos atingido esse consenso, porém, não é motivo para a humanidade bater no peito e acreditar que deu um passo à frente. Dar o mundo de presente aos filhos? Vá a uma loja de brinquedos lotada às vésperas do Dia das Crianças ou a uma festinha de aniversário em bufê infantil, desses que têm floresta com tirolesa, campo de futebol e montanha-russa interna, e você descobrirá que os pais estão dispostos a dar muito mais para suas crias atualmente.

O problema de deixar um mundo melhor para os seus filhos é que, como tantos milionários descobrem ao entregar o patrimônio de presente aos herdeiros, isso não garante que também eles serão capazes de repassar a fortuna para a geração seguinte. E, do jeito que andam as coisas, com esta geração de crianças que se entope de brigadeiro nas festinhas, sem nem mesmo respeitar o silencioso pacto de espera até o momento do Parabéns a Você, é difícil de acreditar que o plano dê certo. Quanto mais vou a aniversários, menos confiante eu fico na possibilidade de meus netos receberem dos pais deles um planeta razoável.

O que me leva a acreditar que está na hora de inverter um pouco o consenso - a conclusão não é minha, aliás, já ouvi um monte de gente boa defendendo a mesma coisa. Papel e caneta na mão porque aqui vai a nova receita: a missão que cabe a você, todos os dias, é lutar por filhos melhores. O que de certa forma até facilita as coisas: não se trata de entregar tudo de bom no mundo para eles, mas apenas de fazer com que eles entreguem ao mundo o melhor em tudo.

Isso não significa formar uma geração de monges altruístas. Pelo contrário, eles têm incontáveis opções de caminhos para produzir coisas boas. Mas precisam saber que algumas regras são imutáveis. As principais: honestidade não tem meio-termo; somos livres para fazer escolhas, mas não para decidir o preço a pagar por elas; você é o principal responsável por suas conquistas e fracassos; os brigadeiros não são infinitos e você está enganado se acha que tem mais direito a eles do que seu coleguinha. Saber que o esforço é o único requisito mínimo ajuda. Agora junte tudo e você verá que alguém por aí claramente se enganou ao formular a famosa ideia do mundo melhor para as criancinhas. Deixar tudo pronto para elas desfrutarem é a maneira mais segura de garantir o fracasso da missão. O verdadeiro objetivo, portanto, não é entregar a chave de um mundo lindão de presente, mas a responsabilidade de cuidar dele como herança.

Um grande abraço.  
(Sérgio Gwercman - Revista Superinteressante – Dez./2011)

Pô! É POESIA! Conhecer para amar

















CONHECER PARA AMAR

Defeitos?
Quem não os tem?
Você conhece alguém?
Alguém que seja perfeito?
Eu não conheço ninguém que não tenha um defeito.

Então... por que o preconceito e esta pose altivista?
Por que não me dá o direito de pertencer à tua lista?
Por que me isola do grupo e me deixa assim sem jeito?

Por causa dos meus defeitos?

Será que eu sou pior que aqueles que tens ao lado?
Vá lá que seja... e aí? Desprezar-me é o caminho?
Ajudar-me a melhorar não seria o indicado?

Coitado, não! Eu não quero ser coitado.

Eu queria desfrutar do que chamas de união.
Eu queria ser irmão e do grupo ser querido.
Queria ser recebido com a mesma empolgação.
Com aquela empolgação que recebes aos preferidos.

É tão difícil assim atender-me em meu pedido?

Eu sei. Cantando desafinei e aí você se foi. Se foi e sentenciou:
— “Ele não sabe cantar”!
“Não dá para receber, no grupo, e integrar, alguém assim, démodé, e que não saiba cantar”!

— É ‘vero’. Não sei cantar.

Mas... só quem canta que conta?
Quem não canta, não encanta?
É assim aos olhos de DEUS?

Senhores! Eu tenho outros valores!

Eu gosto de conversar... de aprender... de ensinar...
Porém não tenho com quem.
Procuro e não há ninguém.
Ninguém quer se apresentar.
Conhecer para amar.

O outro me desprezou por causa do meu chulé.
A ele não preocupou estar sendo antiético.
Nem ao menos se lembrou que mais importante é o pé.
Nem tampouco receitou o tal polvilho anti-séptico.

Estou só e infeliz.
Afastaram-me do grupo prá pouparem o nariz.
Um simples cheiro... e me excluem por inteiro.

Conhecer para amar?
Afastar prá não cheirar.
Conhecer-me? Ninguém quis.
Integrar-me não dá pé. Não sirvo. Tenho chulé.

— “Aquele outro não dá, prá conhecer e amar! Com a cara dele não vou”.

— Ainda bem que não vai. Duas caras é demais.

Mas.. quem é o outro afinal?
Também não é filho de DEUS?
Se é, não é teu irmão?
Desprezas aos irmãos teus?

Que pensa sobre, o teu DEUS?
Tens dele aprovação?
Eu penso que não tem não.

Pense na grande seara.
Um corpo, não é só cara!
Se com a cara não vais, ao todo desprezarás?

— Não me deixa aproximar por causa de um tal cecê. Prefere me excluir transformando-me num caco. Não pensa em me conhecer...
— “Não com aquele sovaco”!

— Me aceitaria sem braço?
Por certo não. — “Sem abraço”!?

— Não me acham interessante. Com braço ou sem... que horror!
Se me aceitassem um instante... e dessem um desodorante... evitariam minha dor.

— Escutem-me, por favor!
As pessoas têm valor!
Prestem-me, pois, atenção.
Não se pode pré-julgar... simplesmente desprezar... ignorar, excluir.
O que nos mandou JESUS, em relação aos irmãos?
Foi somar ou dividir?

Defeitos, quem não os tem?
Você conhece alguém?

Tu também não tens defeito?

Receba, pois, teu irmão.
Dedique-lhe atenção.
Ajude-o a se integrar.
Ele é igual a você.
Ame-o pra o conhecer...
Conheça-o para o amar.

Paulo Natalino Dian

terça-feira, 5 de junho de 2012

NO CAMINHO: DEUS?














“Deus” como tema é o diabo da História!

Sim! Porque em nome do diabo nunca se guerreou, nem se tomou reinos, ou tribos ou qualquer coisa. Porém, seja pela via da ação pagã mais primitiva, ou mediante a ação cristã mais que pagã, a História testemunha que todas as calamidades não naturais, tiveram no tema “Deus” suas justificativas ou seus álibis de morte, domínio, homicídio, inquisição, tortura, chacina, espoliação de bens, terras e recursos; assim como a destruição das culturas encontradas, as quais foram e são substituídas pela cultura do “Deus tema”, a qual mata mais que qualquer outra força histórica.

Desse modo, pelas evidencias da História, não há como não dizer [concordando com Baudelaire] que “se há um ‘deus’ é o diabo”.

Esse “Deus” dos temas da morte nada tem a ver com Jesus. Pode ser “cristão”, pode ser o pai do “Cristianismo”, pode ser o Deus dos “iluminados ocidentais” que construíram o presente mundo em chamas — todavia, mesmo assim, ou, justamente por tais razões, “ele” é o diabo.

Fica impossível pensar que o ladrão vem para matar, roubar e destruir [em contrapartida Jesus veio para dar vida, e vida em abundancia] — e não pensar que esse “Deus” das guerras, das verdades que matam, do reino que esmaga e destrói, das conquistas que roubam tesouros, que destroem vidas, acervos e culturas..., e não ver que tais ações, em nome de “tal Deus”, foram e são obra do diabo.

O diabo é o grande pai das ações feitas “em nome de Deus” e que só acontecem para matar, roubar, destruir, julgar, culpar, amargurar, enviuvar, criar órfãos, dizimar povos, aniquilar pessoinhas ingênuas; e gerar o “Cristianismo”, que é uma potestade criada nos porões da Roma Imperial, e que se mantém cada vez mais viva como poder de ódio e discriminação, apesar da chamada Era Pós Cristã.

Assim, quem quer que queira servir ao diabo faça de “Deus” o tema das batalhas!

Digo isto com toda responsabilidade [e aqui no site já disse coisas bem mais fortes sobre o assunto]; e o digo sem medo de equivoco; pois, tanto a Palavra me diz que estou certo, como também a História dá horrível testemunho acerca dessa minha certeza.

Deus sem Jesus é o diabo dos povos!

E “Jesus” sem Evangelho é o demônio mais disfarçado que o diabo já viu ser criado; isso para não falar que no processo humano da “criação do Deus cristão”, quem animava tais arquiteturas e modelamentos era o próprio diabo.

Jesus expulsa esse “Jesus” como quem expulsa ao diabo; e repreende esse “Deus” como quem repreende Satanás.

Quem disse que o Templo se tornara morada de demônios humanos e também invisíveis, é o mesmo que inspirou Paulo a dizer que os sacrifícios oferecidos em nome de Deus e realizados no espírito da religião de pedras, leis e morte, eram sacrifícios feitos aos demônios, e não a Deus.

Assim, a macumba está onde ela é vista; porém, a pior de todas é aquela que usa “Deus” como máscara para o diabo.

Leia a Palavra, a História e a vida. Então, ouse dizer que estou exagerando. Mas não antes disso. Ou seja: se você é ignorante, fique calado; e se não é, pense sem preconceitos, e veja se seu ânimo nazi-religioso ou nazi-cristão procede de Deus, conforme Jesus, ou se vem diretamente da agencia de estelionato do inferno.

Nele, em Quem reside minha autoridade... (Caio Fábio)




domingo, 3 de junho de 2012









Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários.

Lá vai: "Prezado Max, meu nome é Madalena, tenho 62 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.

Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.

É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.

Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 62 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!

Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 62 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.

Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço." (Por
Max Gehringer)

sexta-feira, 1 de junho de 2012

EU LI: Relacionamentos





Algumas pessoas se vão, mas, continuam em nós. Outras não se foram, mas, abrem mão de estar entre nós. 


As vezes, faço isto, as vezes fazem isto comigo.


Todos temos nossos tempos, nossos ciclos e vivemos circunstancias que implicam em afastamentos e/ou ajuntamentos.


Bom é evitar julgar uns e outros por conta dos tempos que vivem.


Acolher, entender, compreender contribui muito nos relacionamentos.


As vezes é necessário silenciar e as vezes é necessário respeitar e reverenciar o silencio do outro.


As vezes é preciso falar, mesmo quando há risco de estremecimentos relacionais.


As vezes é preciso ouvir, mesmo quando o que se ouve, não necessariamente era o que se queria ouvir.


As vezes, ouvimos o que não precisamos ouvir, mas, fez bem aos que falaram, falar.


Quanto mistério há nos relacionamentos interpessoais.


Quanto mistério esconde a alma de cada ser humano.


Que o Eterno, que a todos criou, conhece e sustenta, seja entre nós aquEle que lubrifica nossas relações de modo que evitemos ferimentos desnecessários.(Carlos Bregantim)