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segunda-feira, 23 de abril de 2012

EU LI: Pássaro romântico











Pássaro caramancheiro 'cultiva' plantas para decorar seu ninho

Uma pesquisa publicada nesta segunda-feira (23) pela revista “Current Biology” registrou pela primeira vez no mundo animal o cultivo de plantas para um fim que não seja alimentar. O caramancheiro é um pássaro nativo da Oceania com um hábito curioso. Os machos constroem verdadeiros ninhos de amor, decorados com plantas e frutas. Quanto mais colorido é o ambiente, mais atraente ele fica aos olhos da fêmea. Como o nome já diz, o caramancheiro vive próximo a uma árvore chamada caramanchão. Nas regiões que o pássaro habita, outro tipo de planta cresce em volta, em maior número. Esta planta, da mesma família que a berinjela, tem flores roxas e frutas verdes, especialmente atrativas para as fêmeas. O estudo concluiu que os machos não escolhem o local em que estas plantas existem em maior quantidade. Na verdade, eles as cultivam. Primeiro, eles colhem as frutas, mas depois de murchas, essas frutas são descartadas. Como o caramancheiro também retira a grama e pequenas ervas das redondezas, as condições ficam ideais para que a planta cresça – e mantenha o ninho bonito aos olhos da fêmea. “Não achamos que os caramancheiros estejam cultivando estas plantas intencionalmente, mas esse acúmulo de objetos preferidos perto de um local de habitação é, seguramente, a forma como todo cultivo começa”, argumentou Joah Madden, líder do estudo, em material divulgado pela Universidade de Exeter, na Inglaterra.

Fonte: G1

segunda-feira, 16 de abril de 2012

EU LI: Corvo folgado















Corvo audacioso é flagrado pegando carona nas costas de águia

Um corvo audacioso foi flagrado pegando uma carona nas costas de uma águia na província de Gyeonggi-do, na Coreia do Sul. A imagem foi feita pelo fotógrafo Hyeongchol Kim, segundo o jornal inglês "The Sun". Cena ocorreu em Gyeonggi-do, na Coreia do Sul. Imagem curiosa foi feita pelo fotógrafo Hyeongchol Kim.  (Fonte: G1, São Paulo)

quinta-feira, 12 de abril de 2012


A CRISTOFOBIA CHEGOU AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL!

Em vários países da África e do Oriente Médio, a cristofobia é uma realidade dramática, que faz — atenção! — milhares de vítimas. Hoje, com absoluta certeza, muitas pessoas foram assassinadas apenas porque são… cristãs. E, no entanto, isso se dá sob o silêncio cúmplice da Organização das Nações Unidas e das democracias ocidentais.
Curiosamente, ou nem tanto, boa parte dos intelectuais do Ocidente, especialmente os da esquerda europeia, discutem a “islamofobia”. Onde mesmo o Islã é perseguido hoje em dia??? As restrições impostas, por exemplo, na França a símbolos religiosos — a famosa questão do véu — valem também para os cristãos, proibidos de ostentar crucifixos em escolas.
O mais espantoso é constatar que a cristofobia está hoje entranhada no Ocidente. No Brasil também! Ontem, todos os votos dos ministros do Supremo — a exceção foi Ricardo Lewandowski! — procuraram descaracterizar o cristianismo como um conjunto de valores que concentra valores fundamentais do humanismo.
Encantados com a retórica antirreligiosa e no afã de declarar a laicidade do estado (como se alguém a estivesse contestando), aqueles que ontem formaram a maioria acabaram votando, na prática, pela descriminação do aborto, livre de qualquer restrição. Havia ali uma mais do que clara tentação de declarar   “quando começa a vida”. E, NO ENTANTO, ISSO NÃO ESTAVA EM DEBATE.
Tenho notado um crescente movimento nesta direção: para desqualificar um adversário e não responder a suas eventuais ponderações, basta acusá-lo de “religioso”. Até agora, não vi uma resposta eficiente a uma questão que me parece central no debate: qual é o mínimo de vida fora do útero materno que se considera razoável para não matar o feto? “Ah, não me venha com sua crença!”  O que há de religioso na minha pergunta?
Não, senhores! A questão não é “apenas” religiosa, não! Estamos escolhendo em que sociedade queremos viver e decidindo o que é e o que não é moralmente legítimo fazer com o humano. Desprezar como “coisa da religião” os valores cristãos num debate como esse corresponde, aí sim, ao triunfo de um fundamentalismo. Sim, eu estou empenhado em algumas causas que considero justas e humanas. Uma delas é combater, por exemplo, a crescente popularização de teses eugênicas sob o pretexto de que não se pode impor sofrimento às famílias e às crianças por nascer.
Infelizmente, a cristofobia chegou também ao Supremo. A separação — que ninguém questiona — entre Igreja e Estado e a laicidade desse estado estão sendo usadas como pretexto para desqualificar qualquer óbice moral — por mais legítimo que seja — aprensetado pelos cristãos, como se as religiões concentrassem apenas valores ligados à fé e ao mundo transcendental e não trouxessem consigo um razoável estoque de valores humanistas.
PS - Neste momento, Celso de Mello faz uma defesa enfática justamente da laicidade do estado. Contra quem? Espero que não comece a defender, daqui a pouco, a República, o heliocentrismo e a validade da Lei da Gravidade. O estado laico nunca esteve sob risco ou ameaça. O que está é a pluralidade, uma vez que há espécie de movimento para considerar a religiosidade não mais do que um conjunto de superstições. E isso é nada menos do que vigarice intelectual disfarçada de ilumismo.
Por Reinaldo Azevedo

segunda-feira, 9 de abril de 2012

EU LI: A Lista















A Lista

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?
(Oswaldo Montenegro)

domingo, 8 de abril de 2012

PARA RIR: Páscoa
















Páscoa

Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é ...... bem ...... é uma festa religiosa!
- Igual Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na  Páscoa, se
não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu  jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o  que
aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele  ressuscitou e
subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos ....... .Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo  é o
Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado!
- Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo  menos
aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já  pensou se ele
solta uma besteira dessas na escola? Ave Maria!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no  catecismo. É a
trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o  Espírito Santo de Deus. É
um negócio meio complicado, nem a mamãe entende  direito. Mas quando você for no
catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de  presente ele
traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?  - Isso eu
sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na
sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa ....... ou terá sido na quarta-feira de  cinzas?
Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e  ressuscitou no sábado,
três dias depois!
- Como?
- Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do  Judas. Judas foi o apóstolo
que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de  Rogério
diz que eu saí.
- Alô, quem fala?
- Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?
- Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo  Coelho. Só
assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!!!
(Luís Fernando Veríssimo)

EU LI: Ressurreição














Ressurreição (99 - Cantor Cristão)

Eis morto o Salvador
Na sepultura!
Mas com poder, vigor,
Ressuscitou.

Da sepultura saiu!
Com triunfo e glória ressurgiu!
Ressurgiu, vencendo a morte e o seu poder;
 
Pode agora a todos vida conceder!
Ressurgiu! Ressurgiu!
Aleluia! Ressurgiu!

Tomaram precaução
Com seu sepulcro;
Mas tudo foi em vão
Para o reter.

A morte conquistou
Com grande glória!
Oh, graças, alcançou
Vida eternal.
 


quinta-feira, 5 de abril de 2012

AINDA QUE LENDO, OUÇA! A semana que deveria ser santa



















A semana que deveria ser santa

         “... eu sei que buscais a Jesus que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito...” (Mateus 28:5-6).

         Esta semana, cuja sucessão de eventos se encerra no domingo, realmente deveria ser santa. O povo cristão, de um modo geral, deveria separar, especialmente, os quatro dias em seqüência, para dedicar-se à meditação, oração e serviço ao próximo, única maneira de se servir a Deus, numa demonstração de reconhecimento daquilo que Deus, em Cristo, operou a nosso favor.

         Porque foi numa semana como esta que:

         5ª feira: Jesus é traído por um dos seus, identificado com um beijo e preso (Mateus 26:47-50). Na mesma noite tem início o seu sofrimento físico nas mãos daqueles que o aprisionaram (Mateus 26:66-68).

         6ª feira: Jesus é julgado por Pilatos e achado por este inocente (Mateus 27:23-24). A despeito disso, o povo opta pela libertação de Barrabás (Mateus 27:17-21; Marcos 15:6-7). Jesus, então, é escarnecido, espancado (Mateus 27:27-31) e, finalmente, crucificado (Mateus 27:32-34). Às 15h, Jesus morre (Mateus 27:46-50).

         Nunca é demais lembrar que:

1.      Para condenar Jesus, as autoridades religiosas valeram-se de falsos testemunhos (Mateus 26:59-60);

2.      Judas, o traidor, declarou ser Jesus inocente (Mateus 27:3-4);

3.      Pilatos concluiu que Jesus fora preso por inveja (Mateus 27:18);

4.      A mulher de Pilatos entendeu que Jesus era justo (Mateus 27:19);

5.      Pilatos e Herodes atestaram a inocência de Jesus (Lucas 23:4, 14-15);

6.      Pilatos entregou Jesus para satisfazer a multidão (Marcos 15:15).

     Então, por que o mataram?

     Sábado: A liderança religiosa judaica toma providências junto a Pilatos, temendo um possível furto do corpo de Jesus (Mateus 27:62-66).

     Domingo: Jesus ressuscita dentre os mortos. Os guardas desmaiaram... a pedra que lacrava o seu túmulo foi removida... Jesus ressurgiu! (Mateus 28:2-7).

     Os próprios críticos do Evangelho, que não admitem o fato da ressurreição, são compelidos a admitir que alguma coisa muito expressiva aconteceu, capaz de motivar e transformar aqueles assustados pescadores nas testemunhas ousadas em que se transformaram. Para nós, o fato que deu novo ânimo aos discípulos não foi outro senão a ressurreição de Jesus.

Em defesa deste fato (segundo tradicionalmente se crê):

1.      Estevão e Tiago, o menor, foram apedrejados;
2.      Tiago e Paulo foram decapitados;
3.       Felipe, André, Pedro, Judas e Simão foram crucificados;
4.      Mateus foi morto a estocadas;
5.      Matias foi apedrejado e decapitado;
6.      Marcos foi despedaçado por uma multidão;
7.      Bartolomeu foi surrado e crucificado;
8.      Tomé foi morto vazado por uma lança;
9.      Lucas foi enforcado;
10. João foi exilado.

     Eles morreram violentamente em defesa de um fato incontestável: Jesus ressuscitou! A morte não pode reter o Príncipe da Vida!!!

Nunca é demais lembrar, porém, que “... Ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre os seus ombros e pelas suas pisaduras domos sarados...” (Isaias 53:5).

     É para refletir e apresentar uma resposta a tudo isto que esta semana, realmente, deveria ser santa.

Paulo Natalino Dian