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sábado, 31 de julho de 2010

ESCREVENDO: Será que somente eu não entendi?















Será que somente eu não entendi?

Estava participando duma daquelas programações evangélicas na praça da minha cidade, cantando aqueles mesmos cânticos nem sempre inteligíveis, ou com letras que me obrigam a declarar coisas que não são verdadeiras em mim, como, por exemplo, o cântico DIANTE DE TI, do grupo Quatro por Um, cujo refrão diz:

Quando estou em Tua Presença
Dá vontade de pular, dá vontade de dançar
Dá vontade de gritar, dá vontade de correr
Diante de Ti dá vontade de pular, dá vontade de dançar
Dá vontade de gritar, dá vontade de correr
Diante de Ti dá vontade de pular, dá vontade de dançar

Sinceramente, supondo-se que estar em sua presença signifique estar participando de um momento de culto, de louvor, de oração, de adoração, quando estou na presença de Jesus, jamais me dá as vontades que o cântico me obriga cantar.

É claro que a letra, a melodia, o ritmo e a animação da moçada produzem em nós algumas dessas vontades e, então, a gente pula, a gente dança e, embora não corra, porque não dá vontade, a gente se mexe.

Então, não é o fato de estar em sua presença (na presença de Jesus) que dá essas vontades, mas a própria música, como qualquer música dançante.

Mas o que eu não entendi mesmo foi uma frase, repetida algumas vezes numa oração pastoral e que consta do seguinte: “Que Jesus lhe incomode com a sua presença...”

Fiquei na dúvida se dizia amém. Porque, ainda que as intenções do orador fossem as melhores possíveis, rogar que Jesus incomodasse com sua presença uma pessoa, ao longo da noite que se seguiria, pra mim revelou-se estranho.

Sempre pedimos para Jesus abençoar com sua presença, sua graça, seu amor etc. Mas incomodar...

Ainda bem que Jesus nem sempre atende nossas orações.


Paulo Natalino Dian

PÔ, É POESIA! Eu amo a sua sogra
















EU AMO A SUA SOGRA


Ele –
A melhor sogra do mundo é a sogra da mulher, pois só fala bem do genro e o ama cem por cento.
Ouvintes – E a outra, diz pra nós, do mesmo jeito ela é?
Ele – A outra, se eu falar, não haverá casamento.


ELA – Pois eu não penso igual e a sogra que aprecio, é a sogra do marido, amor de todas as noras.
Ouvintes – E quanto à outra sogra, também merece elogio?
ELA – A outra se eu falar me joga daqui pra fora.


ELE – A sogra da minha mulher é um amor de pessoa, e quando, enfim, eu casar, quero levá-la comigo.
Ouvintes – Nos responda, por favor, você acha a idéia boa?
ELA – Eu só posso lhes dizer: Não mereço este castigo.


ELA – Escuta meu “nego” lindo, tua sogra é muito gente! Amá-la como a ti mesmo é fácil de aprender
ELE – No fundo eu queria mesmo que ela tivesse dois dentes: um só pra abrir garrafas e outro só pra doer.


ELE – Tua sogra amor da minha vida é linda e não dá trabalho, e quando sua voz se escuta é música lá do céu.
ELA – E para acompanhar, seu instrumento é um chocalho, que lembra o guizo que existe na cauda da cascavel.


Ouvintes – Pegou pesado irmão.
Ouvintes – Você também companheira.
Ouvintes – Já não parece aquela e o “nego” não é mais aquele...
ELE – Não entendo a observação, pois adoro a sogra dela!
ELA – E eu já deixei bem claro que amo a sogra dele!

Ouvintes – Que tal selarmos a paz fazendo uma inversão. Não vale a pena insistir e alimentar a querela.
ELE – Deixem-me ver se entendi: vocês me pedem então, que eu ame a minha sogra e odeie a sogra dela?

ELA – Não é nada disso “mozão”, nos pedem pro nosso bem, que você ame a sua sogra a quem eu amo também.

ELE –
E quanto à tua sogra, querida mulher da minha vida, serás capaz de sentir o amor que sinto por ela?

Ouvintes – Depois de muito pensar a noiva, enfim, revela: que deste dia em diante ia amar a sogra dela.


Ouvintes– Encerrada a questão, surge outra crucial: Selada a paz e o amor de quem irão falar mal?


Ele e ELA –
Dos sogros... mas tem um porém...
Ele – São fortes, bravos e tal...
Ela – Então melhor falar bem.
Ele e ELA – É pra ninguém se dar mal.

Paulo Natalino Dian

sábado, 24 de julho de 2010

ESCREVENDO: "Seu" zé e o DNA

"Seu" zé e o DNA

Sobre a negativa do Vice- Presidente do Brasil de fornecer material para exame de DNA, num processo em que uma mulher alega ser sua filha.


Já dizia um amigo meu que para se conhecer uma pessoa é preciso comer um quilo que sal com ela. Eu pensava que conhecia o “seu” zé. Mas estava enganado. O homem que me impressionou pela determinação, coragem e serenidade no enfrentamento de uma doença e, ainda, que com declarações bem construídas revelou uma profunda fé em Deus, agora se revela como o figurão mesquinho e sem sentimento que não é capaz de, que seja por solidariedade, ceder material para que, por meio de um exame de DNA, uma mulher possa, finalmente, saber quem é o seu pai. Qual o seu medo “seu” zé? Vergonha do passado? Ou não quer compartilhar a fortuna acumulada? Mais uma coisa “seu” zé. Difamar a mãe da moça é uma inoportuna grosseria. Sabe “seu” zé: eu sei que para o senhor isso não faz a menor diferença, mas eu estou decepcionado.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

NO CAMINHO: A escolha entre o clube e o caminho









A ESCOLHA ENTRE O CLUBE E O CAMINHO

Há dois modelos básicos de igreja. Há os chamados para fora... e os chamados para dentro.

Igreja, de acordo com Jesus, é comunhão de dois ou três... em Seu Nome... e em qualquer lugar... E mais: podem ser quaisquer dois ou três... e não apenas um certo tipo de dois ou três... conforme os manequins da religião.

Igreja, de acordo com Jesus, é algo que acontece como encontro com Deus, com o próximo e com a vida... no ‘caminho’ do Caminho.

Prova disso é que o tema igreja aparece no Evangelho quando Jesus e Seus discípulos estavam no ‘caminho’ para Cesareia de Filipe: um lugar ‘pagão’ naqueles dias.

Assim, tem-se o tema igreja tratado no ‘caminho’ e em direção à ‘paganidade’ do mundo.

Para Jesus o lugar onde melhor e mais propriamente se deve buscar o discípulo é nas portas do inferno, no meio do mundo! Não posso conceber, lendo o Evangelho, que Jesus sonhasse com aquilo que depois nós chamamos de ‘igreja’.

Digo isto porque tanto não vejo Jesus tentando criar uma comunidade fixa e fechada, como também não percebo em Seu espírito qualquer interesse nesse tipo de reclusão comunitária.

No Evangelho o que existe em supremacia é a Palavra, que tanto estava encarnada em Jesus como era o centro de Sua ação. No Evangelho nenhuma igreja teria espaço, posto que não acompanharia o ritmo do reino e de seu caminhar hebreu e dinâmico.

Jesus escolhe doze para ensinar... não para que eles fiquem juntos. Ao contrário, a ordem final é para ir... Enfim... são treinado a espalhar sementes, a salgar, a levar amor, a caminhar em bondade, e a sobreviver com dignidade no caminho, com todos os seus perigos e possibilidade (Lc 10).

No caminho há de tudo. Jesus é o Caminho em movimento nos caminhos da existência. E Seus discípulos são acompanhantes sem hierarquia entre eles.

No mais... as multidões..., às quais Jesus organiza apenas uma vez, e isto a fim de multiplicar pães. De resto... elas vem e vão... ficam ou não... voltam ou nunca mais aparecem... gostam ou se escandalizam... maravilham-se ou acham duro o discurso...

Mas Jesus nada faz para mudar isto. Ele apenas segue e ensina a Palavra, enquanto cura os que encontra.

Ao contrário..., vemos Jesus dificultando as coisas muitas vezes, outras mandando o cara para casa, outras dizendo que era preciso deixar tudo, outras convidando a quem não quer ir...; ou mesmo perguntando: Vocês querem ir embora?

Não! Jesus não pretendia que Seus discípulos fossem mais irmãos uns dos outros do que de todos os homens.

Não! Jesus não esperava que o sal da terra se confinasse a quatro dignas e geladas paredes de maldade.

Não! Jesus não deseja tirar ninguém do mundo, da vida, da sociedade, da terra... mas apenas deseja que sejamos livres do mal.

Não! Jesus não disse “Eu sou o Clube, a Doutrina e a Igreja; e ninguém vem ao Pai se não por mim”.

Assim, na igreja dos chamados para fora, caminha-se e encontra-se com o irmão de fé e também com o próximo que não tem fé... e todos se trata com amor e simplicidade.

Em Jesus não há qualquer tentativa de criar um ambiente protegido e de reclusão; e nem tampouco a intenção de criar uma democracia espiritual, na qual a média dos pensamentos seja a lei relacional.

Em Jesus o discípulo é apenas um homem que ganhou o entendimento do Reino e vive como seu cidadão, não numa ‘comunidade paralela’, mas no mundo real.

Na igreja de Jesus cada um diz se é ou não é...; e ninguém tem o poder de dizer diferente... Afinal, por que a parábola do Joio e do Trigo não teria valor na ‘igreja’? Na igreja de Jesus... pode-se ir e vir... entrar e sair... e sempre encontrar pastagem.

O outro modo de ser igreja é, todavia, aquele que prevaleceu na história. Nele as pessoas são chamadas para dentro, para deixar o mundo, para só considerarem ‘irmãos’ os membros do ‘clube santo’, e a não buscarem relacionamentos fora de tal ambiente.

A comunidade de Jerusalém tentou viver assim e adoeceu!

Claro!

Quem fica sadio vivendo num mundo tão uniforme e clonado?

Quem fica sadio não conhecendo a variedade da condição humana?

Quem fica sadio se apenas existe numa pequena câmara de repetições humanas viciadas?

Sim, quem pode preservar um mínimo de identidade vivendo em tais circunstâncias? Nesse sapatinho de japonesa?

É obvio que os discípulos precisam se reunir..., e juntos devem ter prazer em aprender a Palavra e crescer em fé e ajuda mutua. Todavia, tal ajuntamento é apenas uma estação do caminho, não o seu projeto; é um oásis, não o objetivo da jornada; é um tempo, não é o tempo todo; é uma ajuda, não é a vida.

De minha parte quero apenas ver os discípulos de Jesus crescendo em entendimento e vida com Deus, em amizade e respeito uns para com os outros, em saúde relacional na vida, e com liberdade de escolha, conforme a consciência de cada um.

O ‘ajuntamento’ que chamamos igreja deve ser apenas esse encontro, essa estação, esse lugar de bom animo e adoração.

O ideal é que tais encontros gerem amizade clara e livre, e que pela amizade as pessoas se ajudem; mas não apenas em razão de um certo espírito maçônico-comunitário, conforme se vê... ou porque se deu alguma contribuição financeira no lugar.

A verdadeira igreja não tem sócios... Tem apenas gente boa de Deus... e que se reúne e ajuda a manter a tudo aquilo que promove a Palavra na Terra.

Tenho pavor de comunidades!

Elas são ameninantes para a alma, geram vilas de doenças, produzem inibição dos processos de individuação, e tornam os homens eternos imaturos... sempre com medo do mundo e da vida.

Sem falar que em todo mundo muito pequeno, como o da ‘comunidade’, as doenças tendem a aumentar... e a ganhar caras e contornos de perversidade travestida de piedade...

É o que eu chamo de peidade!

Fica todo mundo querendo se meter onde não foi chamado... É um inferno!

No ‘Caminho da Graça’ estou tentando levar as pessoas a esse entendimento e a essa maturidade, e não tenho nenhuma outra vontade interior de fazer daquilo mais uma ‘igreja’.

Quero ver pessoas que sejam ‘gente boa de Deus’; gente descomplicada e desviciada de ‘igreja’; gente que aprenda o bem do Evangelho primeiro para si e em si mesmas..., e apenas depois para fora...

Portanto, não se trata de um movimento ‘sacerdotal’, intimista e fechado; mas sim de um andar profético, aberto e continuo...

Lá não se busca a média da compreensão... Ao contrário, lá se força a compreensão...

Lá só fica quem realmente quer... e não tento jamais dissuadir ninguém ao contrario de sua vontade.

Não há complicação. Tudo é muito simples.

E quem não achar que serve, está sempre livre a achar o que lhe agrada em qualquer lugar.

Ou não foi assim que Jesus tratou a tudo no caminho?

A escolha que se tem que fazer é essa: ou se quer uma ‘comunidade’ que existe em função de si mesma, e para dentro; ou se tem um ‘caminho de discípulos’, e que se encontram, mas que não fazem do encontro a razão de ser da vida.

A meu ver, no dia em que prevalecer o modelo do ‘caminho’, conforme Jesus no Evangelho, a vida vai arrebentar em flores e frutos entre nós e no mundo à nossa volta; e as pessoas serão sempre muito mais humanas, descomplicadas e sadias... Mas se continuar a prevalecer o modelo ‘comunitário de Jerusalém’... que de Jerusalém tem apenas o intimismo e o espírito sectário... não se terá jamais nada além do que se teve nesses últimos dois mil anos; ou seja: esse lugar de doentes presunçosos a que chamamos de ‘igreja’.

Para isto... para esta coisa... não tenho mais nenhuma energia para doar. Mas para a vida como caminho, ofereço meu coração mais jovem do que nunca.

Caio

sábado, 17 de julho de 2010

EU LI: A Parábola do Bom Travesti

Uma paráfrase à Parábola do Bom Samaritano (Lucas 10:25-37)





A Parábola do Bom Travesti (Rubens Alves)

E perguntaram a Jesus: "Quem é o meu próximo?" E ele lhes contou a seguinte parábola:

Voltava para sua casa, de madrugada, caminhando por uma rua escura, um garçom que trabalhara até tarde num restaurante. Ia cansado e triste. A vida de garçom é muito dura, trabalha-se muito e ganha-se pouco. Naquela mesma rua dois assaltantes estavam de tocaia, à espera de uma vítima. Vendo o homem assim tão indefeso saltaram sobre ele com armas na mão e disseram: "Vá passando a carteira". O garçom não resistiu. Deu-lhes a carteira. Mas o dinheiro era pouco e por isso, por ter tão pouco dinheiro na carteira, os assaltantes o espancaram brutalmente, deixando-o desacordado no chão.

Às primeiras horas da manhã passava por aquela mesma rua um padre no seu carro, a caminho da igreja onde celebraria a missa. Vendo aquele homem caído, ele se compadeceu, parou o caro, foi até ele e o consolou com palavras religiosas: "Meu irmão, é assim mesmo. Esse mundo é um vale de lágrimas. Mas console-se: Jesus Cristo sofreu mais que você." Ditas estas palavras ele o benzeu com o sinal da cruz e fez-lhe um gesto sacerdotal de absolvição de pecados: "Ego te absolvo..." Levantou-se então, voltou para o carro e guiou para a missa, feliz por ter consolado aquele homem com as palavras da religião.

Passados alguns minutos, passava por aquela mesma rua um pastor evangélico, a caminho da sua igreja, onde iria dirigir uma reunião de oração matutina. Vendo o homem caído, que nesse momento se mexia e gemia, parou o seu carro, desceu, foi até ele e lhe perguntou, baixinho: "Você já tem Cristo no seu coração? Isso que lhe aconteceu foi enviado por Deus! Tudo o que acontece é pela vontade de Deus! Você não vai à igreja. Pois, por meio dessa provação, Deus o está chamando ao arrependimento. Sem Cristo no coração sua alma irá para o inferno. Arrependa-se dos seus pecados. Aceite Cristo como seu salvador e seus problemas serão resolvidos!" O homem gemeu mais uma vez e o pastor interpretou o seu gemido como a aceitação do Cristo no coração. Disse, então, "aleluia!" e voltou para o carro feliz por Deus lhe ter permitido salvar mais uma alma.

Uma hora depois passava por aquela rua um líder espírita que, vendo o homem caído, aproximou-se dele e lhe disse: "Isso que lhe aconteceu não aconteceu por acidente. Nada acontece por acidente. A vida humana é regida pela lei do karma: as dívidas que se contraem numa encarnação têm de ser pagas na outra. Você está pagando por algo que você fez numa encarnação passada. Pode ser, mesmo, que você tenha feito a alguém aquilo que os ladrões lhe fizeram”.

Mas agora sua dívida está paga. Seja, portanto, agradecido aos ladrões: eles lhe fizeram um bem. Seu espírito está agora livre dessa dívida e você poderá continuar a evoluir." Colocou suas mãos na cabeça do ferido, deu-lhe um passe, levantou-se, voltou para o carro, maravilhado da justiça da lei do karma.

O sol já ia alto quanto por ali passou um travesti, cabelo louro, brincos nas orelhas, pulseiras nos braços, boca pintada de batom. Vendo o homem caído, parou sua motocicleta, foi até ele e sem dizer uma única palavra tomou-o nos seus braços, colocou-o na motocicleta e o levou para o pronto socorro de um hospital, entregando-o aos cuidados médicos. E enquanto os médicos e enfermeiras estavam distraídos, tirou do seu próprio bolso todo o dinheiro que tinha e o colocou no bolso do homem ferido.

Terminada a estória, Jesus se voltou para seus ouvintes. Eles o olhavam com ódio. Jesus os olhou com amor e lhes perguntou: "Quem foi o próximo do homem ferido?"

PARA RIR

Homem não mente!

Um dia um carpinteiro buscava madeira cortando o galho de uma árvore ao lado de um rio e seu machado caiu dentro do rio. O infeliz carpinteiro suplica a Deus que lhe aparece e pergunta:

-"Por que você está chorando?".

O carpinteiro responde que seu machado havia caído no rio e Deus entra no rio do qual tira um machado de ouro e pergunta:

-"É este seu machado?" O nobre carpinteiro responde:

-"Não Deus, não é esse." Deus entra novamente no rio e desta vez tira um machado de prata.

-"E este é seu?".

-"Também não" responde o carpinteiro. Deus volta ao rio e tira um machado de madeira e pergunta:

-"É este teu machado?".

-"Sim", responde o carpinteiro. Deus estava contente com a sinceridade do carpinteiro e o mandou de volta para casa dando-lhe os 3 machados de presente.

Passado um certo tempo, o carpinteiro e sua esposa estavam passeando nos campos quando ela tropeçou e caiu no rio. O infeliz carpinteiro suplica a Deus que aparece e pergunta:

-"Por que você está chorando?"

O carpinteiro responde que sua esposa caiu no rio e imediatamente Deus mergulha e tira a Luana Piovani do rio e pergunta:

-"É esta sua esposa?"

-"Sim, sim", responde o carpinteiro e Deus se enfurece.

-"Mentiroso!!!" exclama.

E o carpinteiro rapidamente se explica:

-"Deus, me perdoe, foi um mal entendido. Se eu dissesse que não, então o Senhor me tiraria a Daniela Sarayba do rio, depois se eu dissesse que não era ela o Senhor tiraria minha mulher e quando eu dissesse 'sim' então o Senhor mandaria eu ficar com as 3. Mas eu sou um humilde carpinteiro e não poderia manter as 3, só por isso eu disse 'sim' para a primeira delas".

E Deus o perdoou.


Moral da história: Os homens só mentem por causas nobres e com boas intenções!!!







A igreja e as condições

Três casais, um casal ancião, um casal de meia-idade e um casal recém-casado quiseram se juntar a uma igreja. O pastor disse: "Nós temos exigências especiais para paroquianos novos. Vocês têm que se privar de ter sexo durante duas semanas".

Os pares concordaram e voltaram ao termino de duas semanas. O pastor foi para o casal ancião e perguntou: "Vocês foram capazes de se privar de sexo pôr duas semanas?”

O homem velho respondeu: "Nenhum problema, Pastor".

"Parabéns! Bem-vindo à igreja"! Disse o pastor.

O pastor foi para o casal de meia-idade e perguntou: "Bem, vocês foram capazes de se privar de sexo durante as duas semanas?"

O homem respondeu: "A primeira semana não estava muito ruim. A segunda semana para conseguir eu tive de dormir no sofá durante um par de noites, mas... sim, nós conseguimos".

"Parabéns! Bem-vindo à igreja”! Disse o pastor.

O pastor então foi para o casal de recém-casados e perguntou, “Bem, vocês foram capazes de se privar de sexo durante duas semanas"?

“Não, Pastor, nós não pudemos ficar sem sexo pelas duas semanas", respondeu o homem jovem tristemente.

"O que aconteceu”? Indagou o pastor.

“Bem, minha esposa estava alcançando uma lata de milho no topo da prateleira e derrubou-a. Quando ela se agachou para apanhar, eu fui tomado pela luxuria e tirei vantagem dela ali mesmo”.

"Você entende que isto significa que vocês não serão bem-vindos dentro da nossa igreja", declarou o pastor.

"Nos sabemos Pastor. Depois disso, nós não seremos bem-vindos no Carrefour também..."





A ONÇA CRISTÃ

O Pastor estava passeando pela floresta quando viu uma onça que corria em sua direção. Começou a correr e quando ela estava quase o alcançando, teve uma idéia brilhante: - Parou, ajoelhou-se, ergueu os braços para o céu e começou a orar: "Senhor, faça com que esta onça tenha princípios cristãos!!!." - Então, a onça parou abruptamente, também ergueu as mãos para o céu e disse: "- Senhor, abençoai esse alimento que vamos comer...."










Computador e Mulher.

Conversando com um amigo boliviano muito inteligente, levantei a seguinte questão:

- Por que "computador" em Espanhol é feminino, ou seja, vira "Computadora"?

Ao que ele me respondeu categoricamente:

- É porque está comprovado que os computadores são do sexo feminino mesmo, sem qualquer sombra de dúvidas.

Aí eu pedi: - Cite uma razão. Ele me deu várias...

Eis aqui algumas razões que atestam, cientificamente, que os computadores são fêmeas:

1) Assim que se arranja um, aparece outro melhor na esquina.

2) Ninguém, além do criador, e capaz de entender a sua lógica interna.

3) Mesmo os menores errinhos que você comete são guardados na memória para futura referência.

4) A linguagem nativa usada na comunicação entre computadores é incompreensível para qualquer outra espécie.

5) A mensagem "bad command or file name" é tão informativa quanto, digamos, "se você não sabe porque estou com raiva, não sou eu quem vai explicar!!!" (essa é ótima!)

6) Assim que você opta por um computador, qualquer que seja, logo você estará gastando tudo o que ganha com acessórios para ele.

7) O computador processa informações com muita rapidez, mas não pensa.

8) O computador do seu amigo, vizinho, ou do seu escritório sempre é melhor do que o que você tem em casa.

9) O computador não faz absolutamente nada sozinho, a não ser que você de o comando.

10) O computador sempre trava na melhor hora.


Alguém ainda tem alguma dúvida?



A INVEJA


Um homem estava extremamente triste e desencorajado de se levantar todas as manhãs para ir trabalhar, enquanto a mulher ficava em casa sem fazer nada.

Querendo que ela soubesse quanto custa ir cada dia trabalhar, ele fez o seguinte pedido:

"Meu Deus, eu vou trabalhar todos os dias durante 8 horas, sem contar com o transporte de ir e vir que me ocupa 3 horas... Tudo isto enquanto a minha mulher fica em casa! Eu queria que ela soubesse o quanto eu sofro. Você poderia trocar os nossos corpos para que ela compreendesse o meu Calvário.?"

O Bom Deus, na sua infinita bondade, concedeu-lhe o pedido e no outro dia de manhã, o homem acordou, mas trocado em mulher. Então ELA (ele):

1. Preparou o café da manhã para a família
2. Acordou as crianças
3. Preparou as roupas para a escola
4. Deu-lhes de comer
5. Preparou-lhes o lanche pra levarem pra a escola
6. Levou-os à escola
7. Passou pela lavanderia na volta pra casa
8. Passou pelo banco
9. Parou no supermercado para algumas compras
10. Voltou para casa para desembalar e arrumar as compras
11. Recebeu o correio e pagou algumas contas
12. Preparou o almoço
13. Comeu sozinha em 10 minutos
14. Limpou e arrumou os quartos e deu banho no cachorro
15. Lavou a roupa
16. Passou o aspirador, tirou o pó e lavou o chão
17. Correu pra buscar os filhos na escola e aturou os gritos deles dentro do carro
18. Deu-lhes qualquer coisa para beber e comer
19. Mandou-os fazer os deveres escolares
20. Passou a roupa a ferro, enquanto via um pouco de televisão
21. Começou a descascar as batatas e lavou os legumes para a salada
22. Preparou a carne e uma torta de maçãs para a sobremesa
23. Serviu o jantar, depois limpou a mesa e a cozinha
24. Encheu a lava-louça
25. Apanhou a roupa suja de uns e outros que estava espalhada
26. Deu banho nos filhos, colocou-os na cama, e...

27. Às 22:00h, ela estava muito cansada, mesmo com os trabalhos do dia não terminados. Ela foi, portanto, para a cama, onde o marido a esperava para fazer amor... o que ela fez, sem se queixar.

No outro dia de manhã, ela (ele) levantou-se, pôs-se de joelhos próximo da cama, e rezou: "Meu Deus, eu não sei como pude pensar tão mal... Eu estava enganado por ter inveja da minha mulher que ficava em casa... Por favor, fazei com que nós possamos cada um retornar aos nossos corpos originais."

O Bom Deus, na sua infinita bondade, respondeu: Meu filho, Eu creio que tu aprendeste a lição, e ficarei muito feliz, em restabelecer as coisas, tal e qual como estavam antes. Mas é preciso esperar 9 meses... Tu ficaste grávido ontem à noite!!!"


MISERICÓRDIA!!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

EU LI: Não é comigo

Não é comigo


"Primeiro vieram buscar os judeus e eu não me incomodei porque não era judeu.
Depois levaram os comunistas e eu também não me importei pois não era comunista.
Levaram os liberais e também encolhi os ombros. Nunca fui liberal.
Em seguida os católicos, mas eu era protestante.
Quando me vieram buscar já não havia ninguém para me defender…" Martin Niemöller

quinta-feira, 15 de julho de 2010

EU LI: Risco de vida ou risco de morte?

RISCO DE VIDA OU RISCO DE MORTE?

A pressão social pelo uso de “risco de morte”, expressão emergente, como se houvesse algo errado no consagrado “risco de vida” que herdamos de nossos tataravós, é uma questão com que se defronta qualquer pessoa menos distraída no Brasil de hoje. É também o maior exemplo de vitória do besteirol sabichão que temos na língua.

A questão tem cerca de dez anos, talvez quinze. O certo é que quando Cazuza cantou, em 1988, “o meu prazer agora é risco de vida” (na canção Ideologia), ainda não passava pela cabeça de ninguém corrigi-lo. Mais tarde, professores de português que exerciam o cargo de consultores em redações conseguiram convencer os chefes de determinados jornais e TVs de sua tese tolinha: “Como alguém pode correr o risco de viver?”, riam eles.

Era um equívoco. Julgavam ter descoberto uma agressão à lógica embutida no idioma, mas ficaram na superfície do problema, incapazes de fazer uma análise linguística mais sofisticada e compreender que risco de vida é risco para a vida, ou seja, risco de (perder a) vida. O que, convenhamos, nem teria sido tão difícil.

Muita gente engoliu desde então o risco de morte. De tanto ser martelada em certos meios de comunicação, inclusive na TV Globo, a nova forma vai sendo adotada por multidões de falantes desavisados. O que era previsível, mas não deixa de ser meio constrangedor.

Não se trata de dizer que risco de morte seja, como alegam seus defensores a respeito de risco de vida, uma expressão “errada”. Não é. De gabinete, sim, mas não errada. Pode-se usá-la sem risco para a adequada comunicação de uma mensagem. Se seus adeptos se contentassem em fazer tal escolha de forma discreta, sem apontar agressivamente o dedo para quem não concorda com ela, a convivência das duas formas poderia ser pacífica.

Se não pode ser pacífica é porque o risco de morte, mais que um caso linguístico, apresenta-se como um problema cultural, criação artificial de gente que mal ouviu o galo cantar e saiu por aí exercitando o prazer de declarar ignorante quem, mergulhado no instinto da linguagem de que fala Steven Pinker, já nasceu sabendo mais do que eles.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/tag/steven-pinker/

sábado, 10 de julho de 2010

EU LI: Desejo

DESEJO

Desejo primeiro, que você ame, e que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde magoa.

Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos, que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis, e que em pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos; nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituível. E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo, ainda, que você seja tolerante; não com os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer e que sendo velho não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste; não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom; o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustificados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo, ainda, que você afague um gato, alimente um cuco e ouça o João-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal; porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja, e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga: "Isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum dos seus afetos morra, por ele e por você, mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo um homem, tenha uma boa mulher, e que sendo uma mulher, tenha um bom homem e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte, e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer, não tenho nada mais a te desejar.


Victor Hugo