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domingo, 13 de junho de 2010

CURTINHAS
















Quem tem “dois contos” na mão,

E àquele que pede pão,

Sonega o pão suplicado,
Responde pela omissão,
Também comete pecado.

Paulo Natalino Dian
















Se a multidão não sabe que Jesus,

É aquele que na salvação atua,

Dando-lhe vida, paz e eterna luz...

A culpa não seria minha e sua?


Paulo Natalino Dian



Deus sempre é glorificado por aquilo que ele faz. Mas nem sempre por aqueles por quem ele fez.


Paulo Natalino Dian







Aquele que segue pelo bom caminho, apesar de quem o indicou não seguir, não tem nada a perder. Só a ganhar.


Paulo Natalino Dian





Embora a salvação seja pela graça, existe muita gente julgando-se merecedora dela.


Paulo Natalino Dian





Se a unidade da igreja tivesse que ser evidenciada pela união entre os crentes, seria muito difícil acreditar nela.

PND





Caim é representativo daquele segmento da família que inveja, trama, atrai, trai e mata, quando não física, moral, emocional e espiritualmente aos irmãos.


PND




O lugar em que se adora a DEUS será a casa de DEUS e porta dos céus, se no coração dos adoradores, DEUS estiver entronizado.


PND





DEUS fez de José senhor, porque ele soube ser servo.



PND


Vivesse fisicamente entre nós hoje, provavelmente JESUS lavasse de alguns discípulos, não os pés, mas a língua, visando ensinar, não humildade, mas prudência e responsabilidade.

PND




Quando sub-valorizamos ou sobrevalorizamos o inimigo, tornamo-nos derrotados prévios.


PND





A colheita segundo a semeadura é uma lei que ainda não foi ab-rogada.


PND






Escolher seguir a Jesus é decisão de todos os dias.


PND





Aos enfermos do corpo e da alma,
Excluídos num mundo sem luz,
Soa a voz doce e terna que acalma,
De Jesus, terna voz de Jesus.


PND





Quem busca obedecer, mesmo errando,
Recebe o perdão e em frente vai.
Porém quem se engana, enganando,
Mais cedo ou mais tarde a casa cai.

PND






Amor que não se converte em prática, é comida que não se ingere: para nada serve.

PND





A parábola do bom samaritano, com todos os seus personagens e atitudes, continua muito atual. A nota triste é que a experiência do dia-a-dia demonstra que aumentou em muito o número de sacerdotes e levitas, enquanto que o de bons samaritanos diminuiu.


PND



Palavra que se fala e só se fala,
Que por ações não é acompanhada,
É como tiro que se dá sem bala,
Só faz muito barulho e mais nada.
PND



O sangue que manchou Jerusalém,
Pintando as estradas de vermelho,
Em relação às coisas que ainda vêm,
Não passam de reflexo no espelho.
PND




O grande problema do farisaísmo dos tempos modernos está na possibilidade de alguém sê-lo, sem sabê-lo.
PND

A Lei do sábado com o seu rigor e os fariseus como partido religioso, ficaram no passado. Sobreviveu, contudo, a desvirtude destes últimos, de se ficar à espreita, buscando sempre uma boa oportunidade para acusar os irmãos.
PND













Para que os nossos atos de justiça tenham um alcance vertical — DEUS — precisam mover-se na horizontal — próximo. Foi assim o ministério de JESUS.


PND







A Igreja deve ser uma comunidade que pratica a justiça, e o será, quando, olhando pra Jesus, agir na horizontal, procurando recuperar os homens em todos os aspectos.
PND






Não vejamos na oração apenas uma boa oportunidade para pedir. Antes, aproveitemos a oração para estar próximos de DEUS e para conhecê-lo melhor. Busque comunhão na oração e busque a oração na comunhão.

PND
No dia em que a oração modelo deixar de apenas ser repetida e transformar-se em nossa experiência de oração. No dia em que seus dizeres marcarem a realidade de nossas vidas, teremos então, aprendido a orar.
PND



Quando se está no centro da vontade de DEUS, é possível cantar, mesmo caminhando para a morte


PND






Sem sentir, somos transformados em filhos de DEUS. Sem sentir, nascemos de novo. Sem sentir recebemos o dom ou batismo no Espírito Santo. Sem sentir. Afinal, não é para sentir; é para crer. Eu creio.

PND





JESUS tornou-se semelhante a nós, para que nos tornemo semelhantes a ele. Sua angústia é a nossa angústia; sua luta, a nossa luta; sua vitória, a nossa vitória.



PND





Julgar e condenar é muito fácil, e até mesmo, confortável. Os outros é que se virem. Porém, embora fáceis, nem sempre os julgamentos são justos. JESUS foi vítima disso.


PND





O dia em que aprendermos a olhar com o olhar de JESUS e a amar com o amor de JESUS, então teremos subido alguns degraus na escalada da vida cristã.

PND





Ninguém é tão bom que não precise de salvação e ninguém é tão mau que não possa ser salvo. A Igreja de JESUS CRISTO não pode discriminar ninguém.

PND





DEUS é soberano absoluto. ‘Inda que nem sempre compreendamos seus caminhos, mais cedo ou mais tarde ficará nítida e inconfundível a diferença entre o que serve a DEUS e o que não serve.


PND





Não estamos mais sob a lei,
Mas, sim, embaixo da graça.
Enquanto a lei diz faça e viva,
A graça diz: viva e faça.


PND



Às vezes temos a certeza de que estamos certos, e estamos errados.


PND






Quem aprende, concorda e não pratica, se compara ao preguiçoso que sente fome, pede comida, mas, indisposto, deixa de ingeri-la. Não lhe serviu pra nada.



PND



O amor que não se traduz em atitudes, não passa de palavras lançadas ao vento.

PND

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ESCREVENDO
















CANTARES 8:7

O casal, cuja paixão ardente é retratada no livro, olha para o amor que sente e afirma: “As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam”.

Mas... este não é o sentimento expressado pela maioria dos casais quando, apaixonados, decidem se casar? Vemo-lo em vários convites.

“... Eu tenho tanto pra lhe falar, mas com palavras não sei dizer, como é grande o meu amor por você. E não há nada pra comparar, para poder lhe explicar como é grande o meu amor por você”.

Contudo, não é incomum vermos casais que juraram um amor eterno se separando. E, muitas das vezes, por problemas que não foram detectados oportunamente.

Duma forma bem light vamos chamar a atenção para alguns desses problemas.


MOTIVAÇÃO: Um dos grandes problemas que atingem as famílias começa antes do casamento e eu poderia chamá-lo de MOTIVAÇÃO. Preste atenção na letra que segue:


Música I – Convite de Casamento (Gian e Giovani)

A gente morou e cresceu na mesma rua
Como se fosse o sol e a lua
Dividindo o mesmo céu

E eu a vi de desabrochar, ser desejada
Uma jóia cobiçada
O mais lindo dos troféus

Eu fui o seu guardião
Eu fui seu anjo amigo
Mas não sabia que comigo
Por ela carregava uma paixão

E eu a vi se aconchegar
Em outros braços
E sair contando os passos
Me sentindo tão sozinho

No corpo o sabor amargo do ciúme
A gente quando não se assume
Fica chorando sem carinho

O tempo passou e eu sofri calado
Não deu pra tirar ela do pensamento
Eu ia dizer que estava apaixonado
Recebi o convite do seu casamento
Com letras douradas num papel bonito
Chorei de emoção quando acabei de ler
Num cantinho rabiscado do verso
Ela disse meu amor eu confesso
Estou casando mas o grande amor da minha vida é você


A pergunta é: Por que eu me casei com quem eu me casei? Se, na música, a pessoa está casando com um, mas o grande amor da vida dela é o outro, então, por que será que ela está casando com quem está casando?

Medo da solidão
Medo das insinuações
Precipitação
Desejo
Status
Segurança
Competição
Etc.

Casamento que não seja por amor tem tudo para não dar certo e distribuir infelicidades para o casal, para os filhos e para os amigos.

Se você casou, mas não por amor, só tem um jeito: tente descobrir no seu cônjuge motivos para amá-lo. Quem sabe você consegue?

Se você ainda não se casou, pelo amor que você tem a você mesmo (ou mesma), não case se não for por amor. Antes só do que mal acompanhado (a).


E casamento por amor dá certo sempre? A resposta é... não. Há um problema que afeta os casais e torna a família infeliz: CIÚME. Preste atenção:

Música II – O destino desfolhou (Paulo Sérgio)

O nosso amor traduzia felicidade e afeição;
Suprema glória que um dia tive ao alcance da mão;

Mas veio um dia o ciúme e o nosso amor se acabou,

Deixando em tudo o perfume, da saudade que ficou.

Eu te vi, a chorar, vi teu pranto em segredo correr
E parti a cantar, sem pensar que doía esquecer.
Mas depois, veio a dor, sofro tanto e esta valsa não diz,
Meu amor, de nós dois, eu não sei qual é mais infeliz.

Os nossos olhos choraram, o nosso idílio* morreu,
Os nossos lábios murcharam, porque a renúncia doeu,
Desfeito o ninho, a saudade humilde e quieta ficou,
Mostrando a felicidade que o destino desfolhou.


Ciúme todos têm em maior ou menor grau. Mas o ciúme quando não controlado acaba tornando infeliz um casal que tinha tudo para ser feliz.

Reveja a tragédia causada ao casal da música pelo ciúme.

Se você é ciumento(a), controle-se. Muitas famílias têm sido destruídas ou vivem infelizes por causa do ciúme.


Outro problema que atinge as famílias gerando discussão, tristeza, acusação, frustração e, até separação, chama-se DINHEIRO. Pra ser mais exato, a ausência ou escassez dele. Veja o drama:

Música III – O gás acabou (Luis Américo)

Meu gás acabou, tem pouca comida,
Acabou meu dinheiro
Pagamento está longe,
Ainda não pintou o décimo terceiro
As pratinhas do Zé
Que ele juntou pra comprar a chuteira
Se o vale gorar
Já dá pra inteirar a despesa da feira

E aqui estou eu
Pedindo carona pra ir trabalhar
Pensando na nega mãe do meu moleque
Que nunca se queixa
E está sempre a cantar
Seja lá o que Deus quiser
Pobre é esse sofrimento
Recebe só vale no seu pagamento.

A falta de dinheiro é realidade de todas as nossas famílias. E não importa quanto a pessoa ganhe: sempre vai haver alguma coisa além das nossas posses. Na música a mulher “nunca reclama e só vive a cantar: seja lá o que Deus quiser”, mas, no dia-a-dia, o que se vê e ouve é famílias discutindo, se desentendendo e sendo infeliz por causa da falta de dinheiro.

Precisamos, como famílias, ser mais companheiros e mais mordomos dos recursos, a fim de não sermos afetados pela escassez.


Problema que não é problema mas às vezes pode se tornar, se faltar ao casal percepção e disciplina, chama-se FILHOS. Como um casal pode permitir que os filhos, herança do Senhor, podem desencadear problemas? Veja um exemplo:

Música IV – Quando as crianças saírem de férias (Roberto Carlos)


Quando chego em casa eu encontro
Minha turma esperando sorrindo
E lá vou eu
de xerife ou de homem do espaço
No seu mundo esquecer o cansaço
E o tempo vai.
Bem mais tarde o calor do seu beijo
Me envolve em amor e desejo
Mas o nosso amor
Não vai longe um deles lhe chama
Ele quer companhia e reclama
E você vai
E assim nosso tempo se passa
Quando você retorna sem graça
E eu me aborreço.

Quando as crianças saírem de férias
Talvez a gente possa então se amar
Um pouco mais.

Novamente o calor do seu beijo
Nos envolve no mesmo desejo
Mas o nosso amor
Dura pouco um outro agora
Põe a boca no mundo e chora
E você vai
Outra vez você volta sem graça
E outra parte do tempo se passa
E eu me aborreço.

Quando as crianças saírem de férias
Talvez a gente possa então se amar
Um pouco mais.

Novamente o calor dos seus braços
Me acende e eu esqueço o cansaço
De esperar
A história é sempre assim
Já um outro chamando por mim
E lá vou eu
E assim outra noite se passa
Quando eu volto e fico sem graça
Você já dormiu.

Quando as crianças saírem de férias
Talvez a gente possa então se amar
Um pouco mais.

Na música o casal não consegue viver o seu momento de amor, de serem, conforme a Bíblia diz, não mais dois, mas uma só carne, pela interferência constante dos filhos. Como resolver isso? Bem, os filhos são as nossas paixões, logo, não são descartáveis. O casal precisa, porém, ter tempo livre e sossegado para si. E precisa descobrir o “como”.


Casal que não encontra tempo para si e, muitas das vezes, a pretexto de estar cuidando ou dando atenção aos filhos, pode estar fomentando o surgimento de outro grave problema: TRAIÇÃO

Música V – Quem mandou você errar (Cláudia Barroso)


Quem mandou você errar
Quem mandou você pecar
Eu te avisei tantas vezes
Eu te alertei tantas vezes
Hoje vive a lamentar
Hoje implora o meu perdão
Eu te avisei tantas vezes
Eu te alertei tantas vezes

Aquela que ganhou você de mim
Hoje ri da sua dor
Fez você ficar assim
Agora eu lamento por você
Hoje eu não te quero mais
Nosso amor chegou ao fim

A traição tem destruído casais. Mesmo quando não culmina em separação, a relação dificilmente continua a mesma. Quem não conhece um casal cuja vida foi destroçada pela traição?

A família precisa se vacinar contra o vírus da traição desenvolvendo uma relação de confiança e companheirismo, afastando as brechas que podem desencadeá-la em nome da felicidade comum.


Podem fazer surgir no seio da família, especialmente na vida do casal, a erva daninha da traição algumas atitudes que, às vezes passam despercebidas. São elas:

a) MESMICE

Música VI – Cotidiano (Chico Buarque)

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã

Todo dia ela diz que é pra eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher
Diz que está me esperando pro jantar
E me beija com a boca de café

Todo dia eu só penso em poder parar
Meio dia eu só penso em dizer não
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão

Seis da tarde como era de se esperar
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão

Toda noite ela diz pra eu não me afastar
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pra eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor

Todo dia ela faz tudo sempre igual
Me sacode às seis horas da manhã
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã


Mesmice é a ausência de acontecimentos novos, marasmo, inatividade, pasmaceira.
Mesmice cansa. Mesmice pode instigar o casal – um ou outro, ou ambos, a procurar a novidade.
É preciso ser criativo, ter iniciativas, detectar e descontinuar a mesmice, a fim de evitar problemas maiores.


b) ROTINA

Música VII – O Dia-a-dia (ROBERTO CARLOS)


Eu acho que a rotina do dia-a-dia
Está mudando tudo lentamente
Você não é a mesma que era antes
Ficou tão diferente.

Eu sinto que você mesmo ao meu lado
Está de certa forma tão distante
E aquele nosso amor apaixonado
Não é mais como antes.

Meu bem, meu bem, meu bem
Faça alguma coisa pelo nosso amor.

Não sinto suas mãos nos meus cabelos
Dizendo tanta coisa sem falar
Não é difícil ser o que já fomos
Vale a pena tentar.


Nessa música o marido percebe que as coisas mudaram para pior, a mulher não é mais a mesma, está distante, mesmo quando está fisicamente próxima, já não faz carinhos etc. E ele atribui as mudanças para pior à rotina.

Rotina e mesmice se confundem. Talvez a mesmice seja por falta de criatividade do casal; falta de iniciativa para inovar, enquanto que a rotina, às vezes, nos é imposta. De qualquer forma, a rotina pode cansar. Logo, é preciso interrompê-la.



c) INDIFERENÇA

Música VIII – Indiferença (Zezé di Camargo)


Fala pra mim, diz a verdade
O que mudou assim tão de repente
Quero saber de onde vem
Esse medo que machuca a gente
Tá tudo errado, fogo cruzado
E a gente não consegue se entender
Por que não me telefona
Dê notícias de você

Liga ao menos pra dizer
Que o melhor é te esquecer

É a sua indiferença que me mata
É uma invasão, um nó dentro de mim
Coração divide em dois na sua falta
Uma parte é o começo a outra o fim
É a sua indiferença que me mata
Que me mata, que me mata
Coração divide em dois na sua falta
Na sua falta, na sua falta

A indiferença dói. Eu via um filme e, num dado momento, a mocinha, que fora presa por um vilão, mas que acabou se interessando por ele, protestou: “Você nem me mata e nem me quer. Essa indiferença é cruel”.

Na música o marido até admite ser esquecido pela mulher. Pois a indiferença dela o mata.

Mesmice, rotina, indiferença são germes que destroem pouco a pouco a família, a partir da destruição da felicidade do casal. Mesmice, rotina, indiferença estão mais presentes do que, às vezes, você se dê conta.

Muitos maridos/mulheres vendo seus casamentos ruírem perguntam: Meu Deus, onde foi que eu errei? E começam a enumerar virtudes: “Eu trabalho pra família, vivo pra família, me mato pela família...” . Às vezes, não houve nenhuma atitude moralmente reprovável, mas simplesmente, o cansaço gerado pela mesmice, rotina, indiferença.

Peçamos a Deus que nos ajude a monitorar esses e outros problemas que geram infelicidade, frustração, separação. Mas lembre-se:

Até onde se sabe, Deus não faz aquilo que podemos fazer.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

IDADE DO LOBO

IDADE DO LOBO Uma explicação

Há quem diga que seja desfaçatez de homens e álibi para justificar sua sem-vergonhice. Por julgamento semelhante passa quem já sofreu de uma depressão.

Para os apressadinhos, maldosos e desinformados, depressão não passa de frescura.


Mas a verdade é que nem a depressão é frescura e nem a síndrome da idade do lobo é álibi para coisa nenhuma. Estamos falando de doenças, ainda que de cunho emocional, psicológico, existencial.

Por que idade do lobo?

O nome da síndrome vem da observação das matilhas e de uma conduta que, em regra, acontece com os lobos que começam a envelhecer. Nessa fase eles começam a se isolar do grupo, como que numa percepção animal de que a morte se aproxima.

No homem, o que acontece é uma luta mental e interior contra a percepção de que se está ficando velho.

Aí, contra os fatos, trava-se uma luta para se mostrar que ainda se é jovem, com o mesmo vigor, a mesma disposição, os mesmos gostos, o mesmo charme de outrora capaz de, por exemplo, atrair e despertar o interesse numa mulher.

Nessa fase, para provar para si mesmo que não está ficando velho, o homem acometido pela síndrome sente a necessidade da conquista.

Isso se revela pela adoção de roupas jovens, comportamentos jovens, uso de expressões mais comuns nas bocas dos jovens, preferência por estar sempre envolvido ou cercado pelos jovens, especialmente pelas jovens.

É claro que, em muitos homens, esse comportamento é super natural e, cá entre nós, não há nada de errado em conviver e se sentir muito à vontade no meio dos mais jovens.

Mas para quem está acometido da síndrome, nada disso é natural. Ao contrário, é tudo contrário à natureza da pessoa e à sua vivência até ali.

Instalada a síndrome, uma das primeiras vítimas dela é a esposa. Sim, porque a esposa passa a ser vista como uma espécie de empecilho a que o homem possa exercer plenamente a sua liberdade.

Aí vêm as crises conjugais e muitos casamentos sucumbem.

Passada a crise, vencida a síndrome, vem a dor de se ter destruído todos os laços familiares tão benfazejos de outrora.

Eu fui acometido por essa síndrome. E sofri muito. E fiz minha querida esposa sofrer muito também.

O nosso maior sofrimento se deu, exatamente, porque nos amávamos muito. Sempre foi assim. E foi o meu amor por ela que me segurou e me impediu de fazer loucuras. E foi o amor dela por mim que a impediu de chutar o balde e pôr termo a nossa linda história de amor.

Nós sempre fomos muito felizes. A síndrome foi um parêntesis que se abriu e se fechou. E isso já faz mais de 15 anos. Nós somos muito felizes.

P.S.: Para quem me lê: há homens sem caráter que vão pesquisar o tema tão somente para justificar sua conduta reprovável. E há homens dignos que adoecem. Mas as mulheres sábias saberão distinguir com que tipo de homem estão lidando.



















SONETO DO CANSADO

Estou cansado desta vida estulta,
Que me abate o ânimo e maltrata,
Perdeu a sua graça, ficou chata,
E num abismo insosso me sepulta.

Estou cansado desta vida adulta,
Que às vezes se revela um tanto ingrata,
E contra a parede me achata,
E em cobranças mil sempre resulta.

Estou cansado desta vida inglória,
Sem tino, sem paixão, sem esperança,
Com rugas já tomando minha tez

Pudesse eu mudava a história,
Voltava então de novo a ser criança,
Pra ser feliz, enfim, mais uma vez.

Paulo Natalino Dian

















NO CHÃO

Estava dissolvida pelo ar,
E acho que aos poucos a inspirei,
Dopando-me sem mesmo perceber.

Agora me encontro aqui no chão,
Pedindo aos passantes uma mão,
Pra ver se eu encontro salvação,
Erguendo-me de novo pra viver.

Estou gritando a plenos pulmões:
“Socorram-me! Dêem-me atenção!
Ao meu suplício abram os corações!...”

Percebo que estou gritando em vão;
Não há ninguém querendo me ouvir.
Talvez me ouçam, mas sem condição,
Sem tempo, sem vontade, sem razão.
Precisam perseguir aspirações,
E no caminho à frente prosseguir.

Vislumbro finalmente aparecer,
Alguém que tinha tudo pra ajudar,
E a esperança em mim se renovou.

Chamei-a pelo nome e... “por favor!
Você que, sei, ainda me quer bem,
Socorra-me! Levanta-me pelo amor...!”

Bem que ela quis. Mas como quis não deu.
Não pude atender as condições.
Mais uma vez restou a frustração,
E a esperança frágil feneceu.

Qual verme me arrasto pelo chão,
Colhendo as migalhas que do ar,
Caindo vão chegando à minha mão.

Não grito mais, não peço atenção.
Espero sem a menor convicção,
Que um dia algo vá acontecer,
E aí de novo hei de levantar,
E pelas ruas, livre, caminhar,
Embora atrasado perseguir,
O sonho de ainda ser feliz.

Porém surpreso não irei ficar,
Se nada disso, enfim, acontecer,
E persistir esta sofreguidão.

É certo que um dia vou morrer.
Da indesejável não dá pra fugir.

‘té que ela chegue vou vivendo em vão,
Sem sonho, sem alento, sem paixão,
Indiferente à inerte multidão,
Que apressada segue sem me ouvir,
Deixando-me abatido aqui no chão.


Paulo Natalino Dian



















SEM RUMO

Caminha assim, ao léu, sem direção,
Qual carro sem chofer, na contramão.

Caminha sem saber o seu papel,
Na peça que o destino lhe pregou,
Olhando abobalhado para o céu.

Caminha sem sentir o próprio chão,
Pois se caminha o faz sem uma razão,
Que justifique o fato de seguir.

Seguir em frente, mas sem definir,
Aonde vai, se vai, fazer o quê?

Caminha e vai vivendo por viver,
Fingindo muitas vezes que está bem.

Porém às vezes deixa-se trair,
E externa então a sua frustração,
De estar se dirigindo como quem,
Caminha sem destino e ao léu,
Qual carro sem chofer na contramão.

Um acidente pode ocorrer.
Ou um milagre, e nada acontecer.

Mas onde encontrar o seu porquê,
Que possa impulsioná-lo a seguir,
Não como alguém que vai tão só por ir,
Mas como quem sobeja de razão,
Pra ser feliz e ter satisfação,
Naquilo que se faz, no seu papel,
E não como quem segue e lá no céu,
Mantém o seu olhar, talvez por crer,
Que algo que ao menos julgue o quê,
Reverta-lhe a sorte e então, feliz,
Erguido, enfim, da sua frustração,
Caminhe em pé e já não mas ao léu,
Desgovernado pela contramão,
Qual carro que trafega sem chofer?

Responda, por favor, quem o souber.

12/08/1998 - Paulo Natalino Dian























O QUE HÁ DENTRO DO POÇO?

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?
À beira dele me acho... o que me aguarda embaixo?
Quem é ingênuo não malda, de que é feita a calda.

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?
Quem cai encontra a saída e volta a viver a vida?
Ou raramente há tal sorte, pois quem espera é a morte?

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?

Quem cai se escalda e aprende? Ou preso à calda se rende?
A calda é assim pegajosa? Ou bem no fundo é gostosa?

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?

Eu temo a calda do poço, pois cá no fundo, “seu” moço,
Um coração apertado me adverte: Cuidado!

Mas o que faz quem se sente, na crise tão impotente,
Sentindo-se atraído, por algo nunca vivido?

Por favor! Responda moço! O que há dentro do poço?

Se eu sigo em frente e caio, um dia dele eu saio?
Sair será a saída pra dar sentido à vida?

Por favor, responda moço! O que há dentro do poço?

Há outra coisa amigo, preciso saber disso agora:
Será que correm perigo os meus queridos de outrora?

Não fique resposta devendo, portanto aproveita e salda:
Se a calda for me envolvendo, eles escapam da calda?

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?

Às vezes penso que tudo vai ajustar-se no espaço.
Mas a seguir fico mudo: Se assim não for, o que faço?

Este caminho “seu” moço... quem nele segue se esbalda?
E afinal, é um poço, ou muitos Poços de Caldas?

Responda pra mim “seu” moço: o que há dentro do poço?

Por favor! Responda moço! O que há dentro do poço?

Poços de Caldas, 21/01/95 - Paulo Natalino Dian

sábado, 5 de junho de 2010

EU LI: A expulsão de Deus















A EXPULSÃO DE DEUS

Finalmente, a verdade é dita na TV Americana:

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e a apresentadora Jane Clayson perguntou a ela:

- Como é que DEUS teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?

Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse:

-Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista dos acontecimentos recentes, ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc.

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'Hare (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos.

Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (O filho do Dr. Spock cometeu suicídio). E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, bater, dar socos, humilhar e chutar etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem".

Depois alguns dos nossos oficiais eleitos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos.

Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo explícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos". E nós dissemos: "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso"!

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para DEUS, dizendo: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola"?

A resposta Dele seria: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas! Do Seu DEUS".

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem por que o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz.
É triste como todo o mundo quer ir para o céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.
É triste como alguém diz: "Eu creio em DEUS", mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também "crê" em DEUS.
É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados!
É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão pública a respeito de DEUS é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.
Gozado é que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que DEUS pensa...
























Internacionalização da Amazônia

Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

(*) Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90. É palestrante e humanista respeitado mundialmente




"Primeiro vieram buscar os judeus e eu não me incomodei porque não era judeu.
Depois levaram os comunistas e eu também não me importei, pois não era comunista.
Levaram os liberais e também encolhi os ombros. Nunca fui liberal.
Em seguida os católicos, mas eu era protestante.
Quando me vieram buscar já não havia ninguém para me defender…"
Martin Niemöller

























Desejo

Desejo primeiro, que você ame, e que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde magoa.

Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos, que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis, e que em pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar, e porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos; nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil, mas não insubstituível. E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante; não com os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer e que sendo velho não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste; não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom; o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustificados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato, alimente um cuco e ouça o João-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal; porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja, e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga "Isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum dos seus afetos morra, por ele e por você, mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo um homem, tenha uma boa mulher, e que sendo uma mulher, tenha um bom homem e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte, e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer, não tenho nada mais a te desejar.


Victor Hugo
















Não digas tudo o que sabes,
Não faça tudo o que podes,
Não acredites em tudo que ouves
E não gastes tudo o que tens.

Porque quem diz tudo o que sabe,
Quem faz tudo o que pode,
Quem acredita em tudo o que ouve
E quem gasta tudo o que tem,

Muitas vezes, diz o que não convém,
Faz o que não deve,
Julga o que não vê
E gasta o que não pode.

(Provérbio árabe)





Fragmento de sentença prolatada no Processo nº 2008.014.010008-2 que tramitou perante o 2º Juizado Especial Cível da Comarca de Campos.


A demanda versou sobre a troca de uma televisão.








“... na vida moderna, não há como negar que um aparelho televisor, presente na quase totalidade dos lares, é considerado bem essencial. Sem ele, como o autor poderia assistir as gostosas do Big Brother, ou o Jornal Nacional, ou um jogo do americano x Macaé, ou principalmente jogo do Flamengo, do qual o autor se declarou torcedor? Se o autor fosse torcedor do Fluminense ou do Vasco, não haveria a necessidade de haver televisor, já que para sofrer não se precisa de televisão (...). Posto isto, na forma do artigo 269, I, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE o pedido (...) para condenar a ré a pagar a autor, pelos danos morais experimentados, a quantia de R$ 6.000,00 (seis mil reais) (...) tendo em vista a natureza absoluta do ilícito civil...”


P.S.: os grifos são meus.






Sentença prolatada pelo Juiz da 8ª Vara do Trabalho de Goiânia - GO


Obs.: Os grifos são meus.






S E N T E N Ç A

Vistos os autos.

RELATÓRIO

Dispensado na forma do art. 852-I da CLT.

FUNDAMENTAÇÃO

Alega o autor ter sido admitido em 02/07/2007 e demitido sem justa causa em 03/06/2008. Aduz que foi feito um acerto no Sindicato da categoria, onde foram pagas as verbas a que fazia jus (fl. 02). Diz que exercia o cargo de ajudante geral, mas também desempenhava funções de conferente.

Afirma ainda que: “O Reclamante foi acometido de fimose, doença que se agravou pelo peso que o funcionário carregava diariamente no trabalho, bem como broblemas (sic) nas articulações dos joelhos e, não sendo recomendável o retorno ao emprego, que lhe seja garantida uma indenização...” (fl. 03). Colaciona um aresto jurisprudencial e postula as verbas elencadas à fl. 06, incluindo “diferenças salariais” sobre horas extras e multa do artigo 477 da CLT.

A reclamada contesta todos os pedidos.

Passo à análise.

No tocante à doença, é evidente que fimose não tem qualquer relação com o trabalho, jamais podendo ser caracterizada como doença ocupacional.
Sabe-se que fimose é a dificuldade ou mesmo a impossibilidade de expor a glande do pênis em razão de o prepúcio ter um anel muito estreito.

Como ninguém deve deixar o pênis exposto no trabalho, não pode haver relação entre o citado membro e o labor desempenhado na empresa.

Aliás, chega às raias do absurdo a alegação do reclamante.

Uma coisa temos que reconhecer: é preciso muita coragem para ajuizar uma ação desse tipo.

Como é cediço, doença ocupacional é aquela adquirida ou desenvolvida em razão das condições em que a atividade profissional é exercida.

Considerando que o problema funcional alegado não possui qualquer relação com o labor desenvolvido pelo demandante, como o próprio autor reconhece em depoimento pessoal à fl. 33, beira à má-fé a alegação constante da prefacial.

Ademais, para se caracterizar como acidente de trabalho, o fato ocorrido ou a doença profissional tem que gerar lesão corporal que provoque morte, perda ou redução da capacidade para o trabalho.

Impossível alegar que o problema no membro atingido pudesse provocar perda ou redução da capacidade para o trabalho, já que o “dito cujo” não deve ser usado no ambiente de trabalho.

Vale acrescentar que para se cogitar de nulidade da dispensa em razão de doença, deve ser uma enfermidade que incapacite o obreiro para o trabalho e não um problema orgânico que não possui qualquer relação com o labor desempenhado na empresa.

Efetivamente, a Lei n.º 8.213/1991, em seu art. 118, estabelece que: "o segurado, que sofreu acidente de trabalho, tem garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa após a cessação do auxílio-doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-acidente".

O art. 20 do mesmo diploma legal equipara ao acidente de trabalho as doenças profissionais, como tais entendidas aquelas produzidas ou desencadeadas pelo trabalho próprio de determinada atividade e as doenças do trabalho, aquelas adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacionem diretamente.

Com base na exegese do referido artigo da Lei n.º 8.213/1991, o colendo TST editou a Súmula 378 e em seu inciso II dispõe que são pressupostos para a concessão da estabilidade: o afastamento superior a 15 dias e a conseqüente percepção do auxílio-doença acidentário, salvo se constatada, após a despedida, doença profissional que guarde relação de causalidade com a execução do contrato de emprego.

Da exegese da última parte do inciso II da Súmula 378 se infere que a única exceção para reconhecimento da estabilidade após a rescisão contratual é a constatação de doença ocupacional que tenha nexo de causalidade com a relação de emprego, hipótese aqui não configurada.

Sendo impossível alegar qualquer relação de causalidade do problema sofrido pelo autor, que aliás já foi solucionado conforme declarado em seu depoimento pessoal, e também não restando provado o alegado problema nos joelhos, indefiro o pedido de “indenização por demissão sem justa causa de empregado doente”.

Cumpre ressaltar ainda que o empregador possui direito de dispensar sem justa causa o empregado, devendo pagar corretamente as verbas rescisórias, incluindo aviso prévio, além da multa de 40% sobre o FGTS.

In casu, a reclamada demonstrou ter efetuado o pagamento correto das verbas rescisórias no prazo previsto em lei, por tratar-se de aviso prévio indenizado, tendo ainda efetuado o recolhimento da multa fundiária e a entrega dos formulários do seguro-desemprego. O FGTS do pacto foi recolhido e foi feito o pagamento de TRCT complementar.

Não foram demonstradas diferenças salariais por “reposisão (sic) salarial”, ou seja, “por exercer funsão (sic) superior a espesifica (sic) no contrato” (fl. 07).

O reclamante não provou suas alegações, nem mesmo de labor em sobrejornada.

Diante do exposto, indefiro os pedidos de diferenças salariais, multa do artigo 477 da CLT e de indenização.

DA LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ

Embora beire às raias do absurdo a alegação autoral, entendo que condenar o reclamante em litigância de má-fé somente aumentaria ainda mais o seu desespero. Apenas uma pessoa com muita necessidade poderia recorrer à Justiça alegando que a fimose foi agravada no trabalho.

O direito de ação é assegurado constitucionalmente e, em alguns casos, o uso, ainda que de forma imprópria, deve ser tolerado, pois muitas vezes nada mais é do que a busca do cidadão por uma justiça que não é feita no âmbito político. A má distribuição de renda e a desinformação, às vezes, levam o trabalhador a se socorrer do Judiciário apenas para ter uma resposta, qualquer que seja, às suas agruras.
Por se tratar de procedimento sumaríssimo, invoco o artigo 852-I, §1º da CLT como razão de decidir, entendendo que não seria justo no caso concreto condenar o reclamante por litigância de má-fé, embora houvesse fundamento suficiente para tanto.

Assim, em respeito à dor e ao sofrimento vivenciados pelo demandante, deixo de condená-lo por litigância de má-fé.

CONCLUSÃO

Pelo exposto, decido julgar IMPROCEDENTES todos os pedidos formulados pelo autor GERALDO BARBOSA DA SILVA, absolvendo a reclamada MAQ TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA, nos autos da reclamação trabalhista em exame, tudo nos termos da fundamentação supra, parte integrante do presente decisum.

Custas, pela parte autora, no importe de R$106,98, calculadas sobre o valor da causa de R$5.349,00, isenta porquanto beneficiária da Justiça Gratuita (declaração contida na inicial à fl. 06).

Intimem-se as partes.

Nada mais.

PLATON TEIXEIRA DE AZEVEDO NETO
Juiz do Trabalho



Desejo


Desejo primeiro, que você ame, e que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde magoa.

Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos, que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis, e que em pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos; nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituível. E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo, ainda, que você seja tolerante; não com os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer e que sendo velho não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste; não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom; o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustificados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo, ainda, que você afague um gato, alimente um cuco e ouça o João-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal; porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja, e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga: "Isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum dos seus afetos morra, por ele e por você, mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo um homem, tenha uma boa mulher, e que sendo uma mulher, tenha um bom homem e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte, e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer, não tenho nada mais a te desejar.


Victor Hugo

PARA RIR




















TRATO É TRATO!!!




Estavam na China um brasileiro, um americano e um argentino. Estavam bebendo na praça. Só que na China isso é proibido e eles foram pegos em flagrante.


Presos, foram mandados ao Juiz para receberem sua sentença.


O Juiz deu uma bronca enorme e disse que cada um ia receber 20 chicotadas como punição.


Mas eles estavam em transição entre o ano do cão e o do rato e, então, cada prisioneiro tinha direito à um pedido:


- Você americano! Seu país é racista, capitalista e eu odeio vocês, mas promessa é promessa! Qual o seu desejo, desde que seja não escapar da punição?


- Quero que amarrem 1 travesseiro nas minhas costas!

- Que assim seja! E tome as chicotadas com o travesseiro nas costas.


Lá pela décima chicotada o travesseiro cedeu e o americano levou 10 chicotadas das 20 prometidas.



- Sua vez argentino! Seu povo é muito arrogante e trapaceiro. Odeio vocês, mas promessa é promessa! - Qual o seu desejo?

- Que amarrem 2 travesseiros nas minhas costas!

E assim foi.

Lá pela décima quinta chicotada os travesseiros cederam e o argentino tomou 5 das 20 chicotadas. Mas ficou feliz porque passou a perna no americano!



Foi a vez do brasileiro.

- Ora, ora, você é brasileiro... povo simpático, bom de futebol, humilde... como eu gosto do seu povo, você terá 2 pedidos!!!

- Bem, eu quero levar 100 chicotadas...

- Espantoso!!! Ainda por cima é corajoso!!! - Seu pedido será realizado!!!

- Qual é o próximo pedido?

- Amarra o argentino nas minhas costas!!!!!






Uma mulher andava na beira de um rio quando viu um sapo preso em uns galhos pedindo socorro.

Quando ela chegou perto ele disse: -- Eu sou um sapo gênio. Me salva que eu realizo três desejos seus. Porém, tudo que eu der a você seu marido ganhará 10 vezes mais.

Ela pensou um pouco (não era loira), mas topou.

1º desejo:

Mulher: Quero ser muUUUUito, mas mUUUUUuito rica.
Sapo: Ok, mas lembre-se que seu marido será dez vezes mais rico.

Mulher: Não tem importância, tudo que é meu é dele, e tudo que é dele é meu. E ela se tornou muito rica.

2º desejo:

Mulher: Quero ser muUUUUito, mas muuuuito bonita.
Sapo: Ok, mas a mulherada vai cair em cima do seu marido porque ele vai ser dez vezes mais bonito que você.

Mulher: Não tem problema. E ela se tornou rica e maravilhooooosa. Ele também.

Mas daí ela pediu o 3º desejo.

3º Desejo:
Mulher: Quero ter um “enfartezinho desse tamanhinho”.


Moral: "Nunca subestime a capacidade administrativa das mulheres”!!!
















A vida é assim, e ponto final.

Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta.
Escreveu assim: "Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres."

Morreu antes de fazer a pontuação.

A quem deixou, afinal, a fortuna?

Antes de ler o resto, que está mais embaixo, que tal pontuar?
















Eram quatro concorrentes, que fizeram as seguintes pontuações.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os pobres da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história: Assim é a vida. Pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação. E isso faz toda a diferença. Ponto.









Casal Perfeito

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita. Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito.

Numa noite de Natal, ia o casal perfeito por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda. Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.

Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado.

Não querendo deixar milhares de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes. O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles.

Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.

Pergunta: Quem foi o sobrevivente do trágico acidente? A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel?
(leia mais abaixo)













Resposta: A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.

Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui.
(Homens podem continuar lendo abaixo)






















Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito, fica claro que quem dirigia era a mulher - o que explica o acidente.

Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria:
Mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.
















As férias do pastor

O menino perguntou para a mãe por que o pastor teria 4 semanas de férias, enquanto que seu pai somente teria 3 semanas. Ela respondeu:
- Bem, se ele é um bom pastor, ele precisa; se não é, nós é que precisamos.
















Lá é fogo!

Disse o vendedor de extintores, muito persuasivo:
- Pois eu acho que o senhor precisa de um extintor em sua casa!
- Não preciso; aliás, já tenho um.
- E para o seu automóvel?
- Eu não tenho automóvel!
- Mas, veja, este extintor tem uma garantia de 50 anos!
- Não me interessa. Daqui a 50 anos já estarei morto.
- E se o senhor for para o inferno?...

(Edição de novembro de 1999 do Jornal da Cruz, Jardim Floresta, Porto Alegre, RS)























OS "ANJOS"


Dois caipiras foram assaltar um templo da Igreja Católica. Esperaram o padre dormir e entraram. Já no altar, um deles, descuidado, deixou o castiçal cair. O barulho acordou o padre, que gritou:

- Quem está aí?
- É nóis, Padre – foi a resposta.
- "Nóis" quem?
- Uai, Padre, nóis, us anjo!
- E esse barulho, o que foi?
- É que nóis caiu, Padre.
- Mas anjo não voa?
- É que nóis ainda é fiote...

(Colaboração de Márcio Schumacker, Escola Superior de Teologia, São Paulo, SP)















Sem escolha

Adão e Eva conversam no Jardim do Éden. Eva pergunta:
- Adão, você gosta mesmo de mim?
Adão responde:
- Tenho escolha?
(Colaboração de Márcio Schumacker, São Paulo, SP)
















Funcionar, funciona, mas...

Aquele pastor não participa de atividades fora da congregação que necessitem que se ausente por alguns dias. A sua justificativa: não posso deixar a congregação sozinha.

Certo dia, alguém perguntou, indignado:
- Você acha mesmo que a congregação não funciona sem você?
- Funciona – ele respondeu – só que não quero que ela descubra...

(Colaboração do pastor Roberto Schultz, Ministro Andreazza, RO)















Pode beijar, pastor?


O casal de noivos tinha ouvido falar que o pastor não gostava que os recém-casados se beijassem no altar, no dia do casamento. No curso de noivos, nem tiveram coragem de perguntar ao pastor se isso era verdade. Mas uma das madrinhas teve:

- Pastor, o que você acha sobre beijar a noiva no altar?
- Eu não faço isso! – o pastor respondeu prontamente.
- Ó, não, pastor! – disse a madrinha, já um tanto envergonhada. – Eu quero dizer o noivo.
- Não – respondeu o pastor. – Eu também não beijo ele!
(The Lutheran Witness, setembro de 1999)




















O PODER DE UM CRACHÁ

Um oficial do DEA (Drug Enforcement Administration) vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro:

"Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!”

O fazendeiro diz: "Ok, mas não vá naquele campo ali." E aponta para uma certa área.

O oficial p' da vida diz indignado: “O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?" e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro: "Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?"

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.

A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

"Seu Crachá, mostra o seu CRACHÁ."























A DESPEDIDA DO PADRE


O Padre, no jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia discursa:

- A primeira impressão que tive da nossa paróquia, foi com a primeira confissão que ouvi.

A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã.

Fiquei assustadíssimo.

Com o passar do tempo, entretanto, nossa paróquia se tornou uma nova paróquia, cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé, e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio.

Chega o prefeito para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre.

Ele pede desculpas pelo atraso e começa o discurso:

- Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia.
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.

Silêncio total...

Moral da história: NUNCA SE ATRASE !!!!!!!




Dois jovens fazem um encontro;
Um encontro faz dois olhares;
Dois olhares fazem um namoro;
Um namoro faz dois apaixonados;
Dois apaixonados fazem um compromisso;
Um compromisso faz dois tolos;
Dois tolos fazem um casamento;
Um casamento faz duas sogras;
Duas sogras fazem um inferno.










AS TRÊS FASES DA VIDA DE UM HOMEM



SOLTEIRO













CASADO













DIVORCIADO






















MANOEL E O LEPROSO

O Manoel foi preso numa cela em frente à de um leproso.

Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.
Até que, certa vez, caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela.
Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.
Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.
Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.
Aí, o Manoel não aguentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.
- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos.












TRATO É TRATO!!!


Estavam na China um brasileiro, um americano e um argentino. Estavam bebendo na praça. Só que na China isso é proibido e eles foram pegos em flagrante.


Presos, foram mandados ao Juiz para receberem sua sentença.


O Juiz deu uma bronca enorme e disse que cada um ia receber 20 chicotadas como punição.


Mas eles estavam em transição entre o ano do cão e o do rato e, então, cada prisioneiro tinha direito à um pedido:


- Você americano! Seu país é racista, capitalista e eu odeio vocês, mas promessa é promessa! Qual o seu desejo, desde que seja não escapar da punição?


- Quero que amarrem 1 travesseiro nas minhas costas!

- Que assim seja! E tome as chicotadas com o travesseiro nas costas.


Lá pela décima chicotada o travesseiro cedeu e o americano levou 10 chicotadas das 20 prometidas.



- Sua vez argentino! Seu povo é muito arrogante e trapaceiro. Odeio vocês, mas promessa é promessa! - Qual o seu desejo?

- Que amarrem 2 travesseiros nas minhas costas!

E assim foi.

Lá pela décima quinta chicotada os travesseiros cederam e o argentino tomou 5 das 20 chicotadas. Mas ficou feliz porque passou a perna no americano!



Foi a vez do brasileiro.

- Ora, ora, você é brasileiro... povo simpático, bom de futebol, humilde... como eu gosto do seu povo, você terá 2 pedidos!!!

- Bem, eu quero levar 100 chicotadas...

- Espantoso!!! Ainda por cima é corajoso!!! - Seu pedido será realizado!!!

- Qual é o próximo pedido?

- Amarra o argentino nas minhas costas!!!!!












A LÓGICA DA FREIRA

Duas Freiras saíram do convento para vender biscoitos. Uma é a Irmã Maria e a outra é a Irmã Léia.

Irmã Maria - Está ficando escuro e nós ainda estamos longe do convento !!!

Irmã Léia : - Você reparou que um homem está nos seguindo há uma meia hora?

Irmã Maria - Sim, o que será que ele quer?
Irmã Léia : - É lógico! Ele quer nos estuprar.

Irmã Maria - Oh, não! Se continuarmos neste ritmo ele vai nos alcançar, no máximo em15 minutos. O que vamos fazer?


Irmã Léia : - A única coisa Lógica a fazer é andarmos mais rápido!!!

Irmã Maria - Não está funcionando.

Irmã Léia : - Claro que não! Ele fez a única coisa lógica a fazer, ele também começou andar mais rápido.

Irmã Maria - E agora, o que devemos fazer? Ele nos alcançará em 1 minuto!

Irmã Léia : - A única coisa lógica que nos resta fazer, é nos separar! Você vai para aquele lado e eu vou pelo outro. Ele não poderá seguir-nos as duas, ao mesmo tempo.

Então, o homem decidiu seguir a Irmã Léia.

A Irmã Maria chegou ao convento, preocupada com o que poderia ter acontecido à Irmã Léia.

Passado um bom tempo, eis que chega a Irmã Léia.

Irmã Maria - Irmã Léia !!! Graças a Deus você chegou! Me conte o que aconteceu!!!

Irmã Léia : - Aconteceu o lógico. O homem não podia seguir-nos as duas, então ele optou por me seguir.

Irmã Maria - Então, o que aconteceu?

Irmã Léia : - O lógico, eu comecei a correr o mais rápido que podia e ele correu o mais rápido que ele podia, também...

Irmã Maria - E então?...

Irmã Léia : - Novamente aconteceu o lógico: ele me alcançou.

Irmã Maria - Oh, meu Deus! O que você fez?

Irmã Léia : - Eu fiz o lógico: levantei meu hábito.

Irmã Maria - Oh, Irmã Léia!!!! E o que o homem fez ?

Irmã Léia : - Ele, também, fez o lógico: abaixou as calças.

Irmã Maria - Oh, não!!!!! O que aconteceu depois?


Irmã Léia : - Não é óbvio, Irmã Maria? Uma freira com o hábito levantado consegue correr muito mais rápido do que um homem com as calças abaixadas !!!!

SE VOCÊ PENSOU EM OUTRO FIM PARA A HISTÓRIA,PEÇA A DEUS PARA LIMPAR SUA MENTE POLUÍDA.


PODE COMEÇAR A ORAR ..