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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AINDA QUE LENDO, OUÇA! SÓ ARES











Seu nome é Romildo Ribeiro Soares. Mas ele prefere ser conhecido como R.R. Soares.

Sua cara está sempre na televisão. Tem horários diferentes em diferentes canais. Ele tem muito dinheiro e, para quem tem muito dinheiro, não é difícil comprar vários horários.

Seu dinheiro não vem do seu trabalho. Não se conhece a sua profissão. Aliás, nem se sabe se ele tem uma profissão. De qualquer forma, se tem, não vive dela.

Profissões bem remuneradas pagam impostos. E por que pagar impostos se existe um meio de ficar com o bolo todo?

Ademais, para se enriquecer pelo exercício profissional, dizem os que já enriqueceram, é preciso dez por cento de inspiração e noventa por cento de transpiração.

Ele descobriu um meio mais fácil. E mais eficaz. E menos cansativo. E muito, mas muito mais lucrativo.

Ele vive do suor alheio.

Sim, ele está podre de rico às custas de muito sangue, suor e lágrimas daqueles que acreditam nele. E não são poucos. E ele sabe disso.

Usa a bíblia para manipular. Sim, porque a bíblia não é um livro mágico e seu texto, construído no tempo e sempre visando o bem do homem, também pode ser torcido e usado para o seu mal.

O mal, no caso, é viver de expectativas e fé em promessas que Deus não fez. Ou, pelo menos, não fez como o ‘missionário’ diz que fez.

O mal jaz na exploração de homens e mulheres que, não obstante, seguem resignados acreditando que é Deus quem está exigindo o sacrifício em troca de bênçãos.

O mal é ver homens e mulheres frustrados com Deus, enquanto aplaudem seus falsos emissários. Afinal, dizem eles, se a promessa não se cumpriu, a culpa não é minha, mas de Deus que prometeu e não cumpriu.

O mal reside no engano de fazer com que homens e mulheres sobrecarregados com problemas que tinham quando chegaram à ‘igreja’, acreditem que por culpa sua representada pela falta de fé, não experimentaram a bênção que buscavam.

O mal é ver homens e mulheres de bem sendo explorados, sugados, extorquidos, enganados e espoliados de bens que têm e que não têm, eis que mesmo não tendo, são desafiados a se endividarem para contribuir, pois, só assim, ensinam os lobos travestidos de cordeiros, Deus há de lhes contemplar a fé e retribuir com bênçãos maiores.

O mal subjaz na falsa sensação de alívio naqueles que dizem que foram curados de dor de cabeça, dor nas pernas, nos braços, caroços nas costa etc. enquanto vivem e morrem sedentos de Jesus, ainda que disso em regra não saibam.

Ele sempre aparece pregando. Sua mensagem segue um roteiro cujo ápice é sempre convencer o povo a dar para receber. É a velha tentativa de troca com Deus. De suborno a Deus. De compra da graça e da bênção de Deus.

Mas, além da mensagem que ele prega e que se ouve, existe uma subliminar que denuncia a sua intenção. Ela está embutida no nome com o qual se apresenta: ERRE, ERRE... SOARES.

E o povo erra. E o povo se auto-engana. E o povo aplaude falas vazias e músicas ridículas e insossas. E o povo crê. E o povo espera. E o povo oferta. Enquanto espera oferta. Quanto mais espera, mais oferta. Ele espera sempre. E oferta sempre.

Pobre povo!

Nem percebe que é vítima de um conselho discreto, oculto, subliminar.

ERRE! ERRE!

E o povo erra. O que lhe resta? SÓ ARES.

Paulo Natalino Dian

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

PARA RIR: A onça cristã


A ONÇA CRISTÃ

O Pastor estava passeando pela floresta quando viu uma onça que corria em sua direção. Começou a correr e quando ela estava quase o alcançando, teve uma idéia brilhante: - Parou, ajoelhou-se, ergueu os braços para o céu e começou a orar: "Senhor, faça com que esta onça tenha princípios cristãos!!!." - Então, a onça parou abruptamente, também ergueu as mãos para o céu e disse: "- Senhor, abençoai esse alimento que vamos comer...."

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

ESCREVENDO: O pastor canalha e a ovelhinha carente













O PASTOR CANALHA e a OVELHINHA CARENTE


Estava eu no borracheiro.

Pneu furado.

Do carro, claro.

No local havia um rádio em volume bem alto. Estava sintonizado numa programação ‘evangélica’ que não somente eu, mas todos os passantes eram obrigados a ouvir.

Tocava músicas gospel de péssimo gosto.

De repente, a música foi cortada e entrou no ar a ligação de uma ouvinte.

Ela pedia ao pastor que orasse por ela porque o seu marido havia abandonado a casa e ela estava muito triste com a ruptura.

O aprendiz de diabo do outro lado, tratado pelos ouvintes como pastor, disse que iria orar, mas antes iria lhe dizer (dizer à pobre senhora) o que o Senhor lhe estava revelando.

Com música de fundo para criar suspense o mentecapto disse: “Foi uma vizinha... sim... uma vizinha pegou uma peça íntima sua e fez trabalho para destruir seu casamento...”

E prosseguiu em seu trabalho de arruinar a vida da ouvinte e o seu provável bom relacionamento com os vizinhos: “Bota a mão, aí, no seu útero... do lado de fora, na direção... vê se você não sente uma queimação... sente ou não sente?... Claro que sente porque é Deus que está me revelando...”.

O canalha disse muitas outras coisas. Depois orou... orou não... determinou, como eles gostam de fazer, que o trabalho feito pela vizinha, e que além de destruir o casamento da ouvinte ainda lhe causara um câncer fosse desfeito e o tumor extirpado. Tudo, é claro, com a autoridade que recebeu de Jesus.

O pneu ficou pronto, o carro foi liberado e eu fui embora.

O drama da senhorinha, porém, ficou na minha cabeça. E na minha garganta o pastor ficou atravessado. Canalha!

Deveria ser preso por estelionato.

Não disse nada que pudesse, de fato, minorar o sofrimento de sua desesperada ouvinte, inventou para ela um tumor no útero e lhe incutiu uma desagradável desconfiança em relação a todos os vizinhos. Ou vizinhas.

Em síntese, ela ligou porque tinha um problema sentimental e saiu com mais dois: um físico e outro social, ou de relacionamentos.

Como disse, eu fui embora antes de acabar a ‘consulta’. Mas estou certo, pois conheço a índole de gente desse tipo, muito provavelmente ela foi convidada pelo pastor a comparecer em um de seus cultos de libertação, para que o trabalho fosse desfeito (não sem antes arrancar dela todos os recursos possíveis).

Meu Deus!

Tem misericórdia daquela senhora. Sê o socorro dela. Abre-lhe os olhos para que veja e dê-lhe discernimento para que saiba distinguir entre um pastor e um lobo. Entre um discípulo de Jesus e um canalha.

P.S.: A nota mais triste é que o aludido pastor não é único. Pelo contrário, é um diabinho nanico. Um aprendiz de enganador com incontáveis mestres que superlotam os mais diversos meios de comunicação.

Paulo Natalino Dian

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

AINDA QUE LENDO OUÇA! Minha Oração









Chegou ao fim mais um ano. Muitos foram os que ficaram pelo caminho. Mas nós, até aqui, e graças a Deus, chegamos. Cada um de nós, então, deve elevar os seus pensamentos aos céus e dizer: Obrigado Senhor.

Obrigado pela direção no caminho, e pelo perdão, quando preferi seguir sozinho.

Obrigado pela orientação presente, e pelo perdão, quando dei de ombros e segui em frente.

Obrigado por pertencer à tua família, e pelo perdão, quando não me comportei como filho ou filha.

Obrigado Senhor, pelo teu amor constante e tua paz diferente. Obrigado pela voz vibrante e pela fé presente.

Obrigado Senhor, porque aqui estou.

Obrigado pela salvação, tão grande bem! E obrigado pelo ano que à frente a gente tem. Obrigado pelo ano que vem.

Que nele Senhor, todos nós trabalhemos sob os teus cuidados.

Que os alegres consolem os tristes.

Que os fortes amparem os fracos.

Que os entusiasmados contagiem os sem ânimo.

Que os saudáveis se solidarizem com os doentes.

E que os que se mantiverem em pé sigam levantando os que forem caindo à beira do caminho.

E que o teu amor, Senhor, seja experimentado por cada um de nós, a despeito das circunstâncias.

Dá-nos Pai o teu amparo. Faze-nos fortes. Faze-nos manter os olhares fixos em JESUS.

Se assim for, teremos um bom ano. E por essa possibilidade ser real, obrigado Senhor.

Pra todos um Feliz Ano Novo!

Paulo Natalino Dian

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

PARA RIR: Trato é trato




















TRATO É TRATO!!!




Estavam na China um brasileiro, um americano e um argentino. Estavam bebendo na praça. Só que na China isso é proibido e eles foram pegos em flagrante.


Presos, foram mandados ao Juiz para receberem sua sentença.


O Juiz deu uma bronca enorme e disse que cada um ia receber 20 chicotadas como punição.


Mas eles estavam em transição entre o ano do cão e o do rato e, então, cada prisioneiro tinha direito à um pedido:


- Você americano! Seu país é racista, capitalista e eu odeio vocês, mas promessa é promessa! Qual o seu desejo, desde que seja não escapar da punição?


- Quero que amarrem 1 travesseiro nas minhas costas!

- Que assim seja! E tome as chicotadas com o travesseiro nas costas.


Lá pela décima chicotada o travesseiro cedeu e o americano levou 10 chicotadas das 20 prometidas.



- Sua vez argentino! Seu povo é muito arrogante e trapaceiro. Odeio vocês, mas promessa é promessa! - Qual o seu desejo?

- Que amarrem 2 travesseiros nas minhas costas!

E assim foi.

Lá pela décima quinta chicotada os travesseiros cederam e o argentino tomou 5 das 20 chicotadas. Mas ficou feliz porque passou a perna no americano!



Foi a vez do brasileiro.

- Ora, ora, você é brasileiro... povo simpático, bom de futebol, humilde... como eu gosto do seu povo, você terá 2 pedidos!!!

- Bem, eu quero levar 100 chicotadas...

- Espantoso!!! Ainda por cima é corajoso!!! - Seu pedido será realizado!!!

- Qual é o próximo pedido?

- Amarra o argentino nas minhas costas!!!!!

EU LI: Desejo

Desejo


Desejo primeiro, que você ame, e que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde magoa.

Desejo, pois, que não seja assim, mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos, que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis, e que em pelo menos num deles você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos; nem muitos, nem poucos, mas na medida exata para que, algumas vezes, você se interpele a respeito de suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo, depois, que você seja útil, mas não insubstituível. E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo, ainda, que você seja tolerante; não com os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com os que erram muito e irremediavelmente, e que fazendo bom uso dessa tolerância, você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro, não insista em rejuvenescer e que sendo velho não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste; não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra que o riso diário é bom; o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra, com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, que existem oprimidos, injustificados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo, ainda, que você afague um gato, alimente um cuco e ouça o João-de-barro erguer triunfante o seu canto matinal; porque assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente, por mais minúscula que seja, e acompanhe o seu crescimento, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano coloque um pouco dele na sua frente e diga: "Isso é meu", só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum dos seus afetos morra, por ele e por você, mas que se morrer, você possa chorar sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo um homem, tenha uma boa mulher, e que sendo uma mulher, tenha um bom homem e que se amem hoje, amanhã e no dia seguinte, e quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer, não tenho nada mais a te desejar.


Victor Hugo

AINDA QUE LENDO, OUÇA! Luz e Sal
























Luz e Sal

Entre lojas cheias
Luzes acesas
Nas ruas o que vende é o natal
Pessoas vão e vêm
Ignorando
Quem tem a fome como prato principal
Em sua porta bate alguém
Pedindo alguma coisa pra comer
De mesa cheia você diz:
Lamento, nada tenho a oferecer

Domingo na igreja você canta e diz amém
Se alegra, fala muito,
Mas não faz nada pra ninguém

É hora de sair da teoria
É hora de ser causa de alegria
É hora de ser luz e de ser sal

Porque é natal
É natal
É hora de mostrar que aprendeu

É natal
O natal
É mais do que dizer Jesus nasceu.
Paulo Natalino Dian & Adriano de Oliveira Dian
Para ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=vyhyOtlO16Q

AINDA QUE LENDO, OUÇA! Semeadura e Colheita

200570565-002, Photo and Co /Riser


Pelo amor revelado na mão estendida

Por palavras graciosas que muito inspiraram

Pelo apoio irrestrito que nunca é banal.

Que o bom DEUS ricamente abençoe suas vidas,

E lhes dê a colheita tal qual semearam,

Pelos dias sem fim, num contínuo natal.

(Para os amigos do Caminho da Graça – Mesquita, e para todos aqueles que estenderam as mãos para alguém; que disseram palavras que fizeram bem; que apoiaram e socorreram sem olhar a quem).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PÔ, É POESIA! Luz e Sal (versão alternativa)










Luz e Sal

(versão alternativa)


Todo dia na sua porta alguém pede o que comer

E você diz nada tenho, não há nada o que fazer

Logo após chega um amigo e você não se amola

Ao contrário, bem depressa, pede pizza e coca-cola

E vão se empanturrar


No domingo, na igreja, você canta e diz amém,

Alegra-se e fala muito, mas nada faz por alguém

Pois só sabe é falar


É hora de sair da teoria

É hora de ser causa de alegria

É hora de ser luz e de ser sal


Porque é natal, é natal

É hora de mostrar que aprendeu

É natal, o natal

É mais do que dizer Jesus nasceu.

Paulo Natalino Dian & Adriano de O.Dian